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Plano de aula > Língua Portuguesa > 8º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - A ocorrência da concordância verbal no gênero entrevista

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 8º ano do EF sobre A ocorrência da concordância verbal no gênero entrevista

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Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Caroline Costa Silva

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a segunda aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos consiste em fazer os alunos compreenderem a concordância verbal, bem como reconhecerem o seu uso nas diversas situações de fala e de escrita.

Materiais necessários: Cópia de trechos da entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973; e cópia de trechos entrevista com Milton Santos em 1998, papel pardo, canetinhas.

SANTO, Antônio José do Espírito. Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973. Geledés Instituto da Mulher Negra. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/entrevista-com-maria-teresa-ex-escrava-em-1973/>. Acesso em: 4 jul. 2018.

Entrevista explosiva com Milton Santos. Controvérsia. Disponível em: . Acesso em: 4 jul. 2018.

Dificuldades antecipadas: Compreender o vocabulário das entrevista, a fala dos entrevistados e o uso da concordância verbal.

Referências sobre o assunto:

CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6 ed. Rio de Janeiro: Lexikon Editora, 2013.
PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2001.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996.
VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. F. (orgs.). Ensino de gramática descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Informe aos alunos que eles estudarão a variação linguística, com foco na concordância verbal padrão e não-padrão, nas entrevistas de Maria Teresa, ex-escrava e de Milton Santos.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente as fotos de Maria Teresa e Milton Santos. Para a foto de Maria Teresa, clique no link: https://soundcloud.com/spirito-santo/entrevista-com-v-maria-teresa
  • Pergunte aos alunos se eles sabem quem são essas pessoas e, em seguida, fale um pouco da biografia delas, marcando em sua fala a importância dessas pessoas para a cultura negra do Brasil.
  • Entregue aos alunos cópias das biografias e solicite que os alunos leiam em voz alta cada uma.

Materiais complementares:

Cópias da biografia, acesse aqui.

O testemunho de uma ex-escrava. 2015. Disponível em: <http://www.contramare.net/site/pt/the-testimony-of-a-former-slave/>. Acesso em: 14 set. 2018.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO. Biografia do patrono Milton Santos. 2008. Disponível: <https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/miltonsantos/index.php?p=3781>. Acesso em: 14 set. 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Divida a sala em grupos para os alunos discutirem as ideias e entregue as cópias da entrevista de Maria Teresa e de Milton Santos.
  • Fale aos alunos que a entrevista de Maria Teresa foi feita por um grupo de pesquisadores na Agremiação Engenho de Dentro e foi publicado por Spirito Santo em seu blog; e que a entrevista de Milton Santos foi produzida pela revista “Caros Amigos”.
  • Solicite que cada grupo leia um trecho da entrevista.
  • Pergunte aos alunos se há dúvidas em relação à compreensão de texto e vocabulário.
  • Questione para eles:
  • Quem seria o público-leitor das entrevistas? R: Pessoas curiosas que desejam conhecer a história do Brasil, historiadores, geógrafos.
  • Qual é o propósito comunicativo dessas entrevistas? R: Informar as pessoas a respeito da vida de Milton Santos e informar as pessoas sobre história de Maria Teresa. São histórias de duas pessoas que se confundem com a história do Brasil.
  • Vocês já leram alguma entrevista? Com quem era a entrevista? O que vocês viram em comum entre a entrevista que você já leu antes e essas entrevistas? R: Caso os alunos respondam que não, comente com eles que os programas de tv também fazem entrevistas. Questione se eles já viram na tv entrevistas e solicite que digam o que vêem em comum com as entrevistas lidas. Fale para eles que é importante que eles leiam também o gênero entrevista no suporte de papel.
  • Entregue para cada grupo um questionário com as seguintes questões com o objetivo de promover a reflexão da língua:

a) Marque os verbos do primeiro parágrafo da entrevista de Maria Teresa e da primeira resposta de Milton Santos.

R: ”Coitados! Vinha tudo amarrado, algemado assim, tudo algemado, heim!”(perguntada se lá tinha quilombo, não entende a pergunta):Em Paraíba tinha tudo. Pra onde eles fugia? Era no mato virgem. Era mais na roça. Paraíba, Campo Verde, Boa Vista, Conceição, Santa Teresa. Eu fui criada na fazenda da Santa Teresa. Era do Visconde de Avellar. Ficavam lá no mato, coitados. As vezes eles vinham, roubavam um porco do senhor e iam comer no mato. Fazia fogo no mato pra comer”.

“Não tenho muita simpatia por essa forma de começar primeiro por achar que é um pouco estilo americano (risos); segundo, porque obriga a gente a ficar nu (risos), o que pode ser perigoso. Sou baiano, venho de uma família de professores do lado materno, meu avô e minha avó eram professores primários, mesmo antes da abolição. Do lado paterno, devem ter sido escravos, não sei muito bem, porque em minha casa me ensinaram a olhar mais para a frente do que para trás. Meu pai também acabou sendo professor primário, de modo que nasci numa família que – antes da criação do que se chama classe média – era uma família remediada, humilde mas não pobre, e que tentou me dar uma educação para mandar, para ser um homem que pudesse, dentro da sociedade existente na Bahia, conversar com todo mundo”.

b) Identifique quem é o sujeito de cada ação verbal dos verbos em negrito no questionário no primeiro parágrafo de Maria Teresa e na primeira resposta de Milton Santos. R: Maria Teresa: Eles (Vinha), Eles (fugia), Eu (fui criada), Eles (vinham), Eles (fazia). Milton Santos: Eu (sou), meu avô e minha avó (eram), meu pai ( acabou).

c) Em qual das entrevistas há o uso da variedade padrão e não-padrão da língua? Qual das duas falas tem mais prestígio social? Justifique. R: Maria Teresa, ex-escrava, não-padrão; Milton Santos, padrão. A fala de Milton Santos tem mais prestígio social, pois a sua fala é pautada na variante padrão da Língua Portuguesa.

d) Na entrevista de Maria Teresa, observamos a presença da variante não-culta da Língua Portuguesa. Você acha que por essa variante ser diferente da variante padrão da Língua Portuguesa, a entrevista de Maria Tereza não tem valor como a de Milton Santos? Justifique. R: As duas entrevistas têm valor para o Brasil, não é a variante utilizada que vai diminuir o valor da fala de Maria Teresa. Desejar que todos falem igual, é apagar a identidade social e cultural das pessoas.

e) Há a obrigatoriedade da concordância padrão no gênero entrevista? Justifique. R: Espera-se que os alunos respondam que não, pois depende do veículo de informação que entrevista e também depende do entrevistado.

f) Você acredita que a pessoa do entrevistado, a sua história de vida, influencia no uso da concordância da verbal? Justifique. R: Espera-se que os alunos respondam que sim, pois o meio em que você vive influencia no seu uso da língua e, consequentemente, a maneira como você irá fazer a concordância.

g) Baseada na leitura que fizeram tanto das biografias quanto das entrevistas, quem é Maria Teresa? Quem é Milton Santos? R: Maria Teresa é uma ex-escrava, uma sobrevivente dos tempos da escravidão. Sua história se mistura com a própria história do país. Milton Santos é um dos maiores geógrafos do mundo, descendentes de escravos e de uma família de professores, Milton Santos se formou em direito e se tornou um dos maiores pesquisadores na área da Geografia.

  • Ao fim, socialize as respostas dos grupos, explorando a concordância como uma expressão linguística que possibilita compreender a variação.

Materiais complementares: Cópias das entrevistas e cópia dos questionários.

Para acessar o questionário, clique aqui.

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Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Projete o slide 5 e questione aos alunos: Se o verbo “fugir” permanecer invariável, compromete a sua compreensão da oração? R: Espera-se que respondam não, pois eles compreendem o que está sendo falado.
  • Em seguida, questione se eles já ridicularizaram alguém pelo seu modo de falar. Caso responda que sim, afirme que o comportamento deles é inadequado, pois a língua é um organismo vivo que sofre variações o tempo todo, não existindo modo de falar “errado” ou” feio”. Quando agimos assim, estamos sendo preconceituosos com o modo de falar do outro;
  • Solicite, ao fim, que os alunos escrevam em um papel pardo frases que combatam o preconceito linguístico, demonstrando que a condição social da pessoa não diminui o seu conhecimento e o seu valor.
  • Leia as frases com os alunos e veja se eles estão refletindo sobre o uso da língua, as variedades linguísticas e a concordância padrão e não-padrão.
  • Exponha o papel pardo na sala.

Materiais complementares: Data show, computador, papel pardo e canetinha.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a segunda aula de um conjunto de 3 planos de aula com foco em análise linguística e semiótica. A finalidade desse conjunto de planos consiste em fazer os alunos compreenderem a concordância verbal, bem como reconhecerem o seu uso nas diversas situações de fala e de escrita.

Materiais necessários: Cópia de trechos da entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973; e cópia de trechos entrevista com Milton Santos em 1998, papel pardo, canetinhas.

SANTO, Antônio José do Espírito. Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973. Geledés Instituto da Mulher Negra. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/entrevista-com-maria-teresa-ex-escrava-em-1973/>. Acesso em: 4 jul. 2018.

Entrevista explosiva com Milton Santos. Controvérsia. Disponível em: . Acesso em: 4 jul. 2018.

Dificuldades antecipadas: Compreender o vocabulário das entrevista, a fala dos entrevistados e o uso da concordância verbal.

Referências sobre o assunto:

CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6 ed. Rio de Janeiro: Lexikon Editora, 2013.
PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2001.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996.
VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. F. (orgs.). Ensino de gramática descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007.

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Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Informe aos alunos que eles estudarão a variação linguística, com foco na concordância verbal padrão e não-padrão, nas entrevistas de Maria Teresa, ex-escrava e de Milton Santos.

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Tempo sugerido: 9 minutos

Orientações:

  • Apresente as fotos de Maria Teresa e Milton Santos. Para a foto de Maria Teresa, clique no link: https://soundcloud.com/spirito-santo/entrevista-com-v-maria-teresa
  • Pergunte aos alunos se eles sabem quem são essas pessoas e, em seguida, fale um pouco da biografia delas, marcando em sua fala a importância dessas pessoas para a cultura negra do Brasil.
  • Entregue aos alunos cópias das biografias e solicite que os alunos leiam em voz alta cada uma.

Materiais complementares:

Cópias da biografia, acesse aqui.

O testemunho de uma ex-escrava. 2015. Disponível em: <http://www.contramare.net/site/pt/the-testimony-of-a-former-slave/>. Acesso em: 14 set. 2018.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO. Biografia do patrono Milton Santos. 2008. Disponível: <https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/miltonsantos/index.php?p=3781>. Acesso em: 14 set. 2018.

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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Divida a sala em grupos para os alunos discutirem as ideias e entregue as cópias da entrevista de Maria Teresa e de Milton Santos.
  • Fale aos alunos que a entrevista de Maria Teresa foi feita por um grupo de pesquisadores na Agremiação Engenho de Dentro e foi publicado por Spirito Santo em seu blog; e que a entrevista de Milton Santos foi produzida pela revista “Caros Amigos”.
  • Solicite que cada grupo leia um trecho da entrevista.
  • Pergunte aos alunos se há dúvidas em relação à compreensão de texto e vocabulário.
  • Questione para eles:
  • Quem seria o público-leitor das entrevistas? R: Pessoas curiosas que desejam conhecer a história do Brasil, historiadores, geógrafos.
  • Qual é o propósito comunicativo dessas entrevistas? R: Informar as pessoas a respeito da vida de Milton Santos e informar as pessoas sobre história de Maria Teresa. São histórias de duas pessoas que se confundem com a história do Brasil.
  • Vocês já leram alguma entrevista? Com quem era a entrevista? O que vocês viram em comum entre a entrevista que você já leu antes e essas entrevistas? R: Caso os alunos respondam que não, comente com eles que os programas de tv também fazem entrevistas. Questione se eles já viram na tv entrevistas e solicite que digam o que vêem em comum com as entrevistas lidas. Fale para eles que é importante que eles leiam também o gênero entrevista no suporte de papel.
  • Entregue para cada grupo um questionário com as seguintes questões com o objetivo de promover a reflexão da língua:

a) Marque os verbos do primeiro parágrafo da entrevista de Maria Teresa e da primeira resposta de Milton Santos.

R: ”Coitados! Vinha tudo amarrado, algemado assim, tudo algemado, heim!”(perguntada se lá tinha quilombo, não entende a pergunta):Em Paraíba tinha tudo. Pra onde eles fugia? Era no mato virgem. Era mais na roça. Paraíba, Campo Verde, Boa Vista, Conceição, Santa Teresa. Eu fui criada na fazenda da Santa Teresa. Era do Visconde de Avellar. Ficavam lá no mato, coitados. As vezes eles vinham, roubavam um porco do senhor e iam comer no mato. Fazia fogo no mato pra comer”.

“Não tenho muita simpatia por essa forma de começar primeiro por achar que é um pouco estilo americano (risos); segundo, porque obriga a gente a ficar nu (risos), o que pode ser perigoso. Sou baiano, venho de uma família de professores do lado materno, meu avô e minha avó eram professores primários, mesmo antes da abolição. Do lado paterno, devem ter sido escravos, não sei muito bem, porque em minha casa me ensinaram a olhar mais para a frente do que para trás. Meu pai também acabou sendo professor primário, de modo que nasci numa família que – antes da criação do que se chama classe média – era uma família remediada, humilde mas não pobre, e que tentou me dar uma educação para mandar, para ser um homem que pudesse, dentro da sociedade existente na Bahia, conversar com todo mundo”.

b) Identifique quem é o sujeito de cada ação verbal dos verbos em negrito no questionário no primeiro parágrafo de Maria Teresa e na primeira resposta de Milton Santos. R: Maria Teresa: Eles (Vinha), Eles (fugia), Eu (fui criada), Eles (vinham), Eles (fazia). Milton Santos: Eu (sou), meu avô e minha avó (eram), meu pai ( acabou).

c) Em qual das entrevistas há o uso da variedade padrão e não-padrão da língua? Qual das duas falas tem mais prestígio social? Justifique. R: Maria Teresa, ex-escrava, não-padrão; Milton Santos, padrão. A fala de Milton Santos tem mais prestígio social, pois a sua fala é pautada na variante padrão da Língua Portuguesa.

d) Na entrevista de Maria Teresa, observamos a presença da variante não-culta da Língua Portuguesa. Você acha que por essa variante ser diferente da variante padrão da Língua Portuguesa, a entrevista de Maria Tereza não tem valor como a de Milton Santos? Justifique. R: As duas entrevistas têm valor para o Brasil, não é a variante utilizada que vai diminuir o valor da fala de Maria Teresa. Desejar que todos falem igual, é apagar a identidade social e cultural das pessoas.

e) Há a obrigatoriedade da concordância padrão no gênero entrevista? Justifique. R: Espera-se que os alunos respondam que não, pois depende do veículo de informação que entrevista e também depende do entrevistado.

f) Você acredita que a pessoa do entrevistado, a sua história de vida, influencia no uso da concordância da verbal? Justifique. R: Espera-se que os alunos respondam que sim, pois o meio em que você vive influencia no seu uso da língua e, consequentemente, a maneira como você irá fazer a concordância.

g) Baseada na leitura que fizeram tanto das biografias quanto das entrevistas, quem é Maria Teresa? Quem é Milton Santos? R: Maria Teresa é uma ex-escrava, uma sobrevivente dos tempos da escravidão. Sua história se mistura com a própria história do país. Milton Santos é um dos maiores geógrafos do mundo, descendentes de escravos e de uma família de professores, Milton Santos se formou em direito e se tornou um dos maiores pesquisadores na área da Geografia.

  • Ao fim, socialize as respostas dos grupos, explorando a concordância como uma expressão linguística que possibilita compreender a variação.

Materiais complementares: Cópias das entrevistas e cópia dos questionários.

Para acessar o questionário, clique aqui.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Projete o slide 5 e questione aos alunos: Se o verbo “fugir” permanecer invariável, compromete a sua compreensão da oração? R: Espera-se que respondam não, pois eles compreendem o que está sendo falado.
  • Em seguida, questione se eles já ridicularizaram alguém pelo seu modo de falar. Caso responda que sim, afirme que o comportamento deles é inadequado, pois a língua é um organismo vivo que sofre variações o tempo todo, não existindo modo de falar “errado” ou” feio”. Quando agimos assim, estamos sendo preconceituosos com o modo de falar do outro;
  • Solicite, ao fim, que os alunos escrevam em um papel pardo frases que combatam o preconceito linguístico, demonstrando que a condição social da pessoa não diminui o seu conhecimento e o seu valor.
  • Leia as frases com os alunos e veja se eles estão refletindo sobre o uso da língua, as variedades linguísticas e a concordância padrão e não-padrão.
  • Exponha o papel pardo na sala.

Materiais complementares: Data show, computador, papel pardo e canetinha.

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