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Plano de aula > Língua Portuguesa > 7º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - A metáfora e a comparação em poemas de forma livre

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 7º ano do EF sobre A metáfora e a comparação em poemas de forma livre

Plano 08 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Marianna Zaroni Parro

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Poema e no campo de atuação Artístico-literário. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Cópias impressas de cada texto disponibilizado na aula; computador; projetor multimídia; tela; lápis; papel.

Informações sobre o gênero: O poema é um gênero literário marcado pela musicalidade, pela subjetividade e pela escrita em versos, os quais podem ser elaborados em forma fixa ou livre, ou seja, que seguem, ou não, um padrão e métrica definidos.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem ter dificuldade com a conotação; e não reconhecerem o uso metafórico de uma expressão.

Referências sobre o assunto:

Denotação e conotação. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/conotacao-e-denotacao/>. Acesso em: 7 out. 2018.

Figuras de linguagem. Disponível em: <https://www.figuradelinguagem.com/gramatica/denotacao-e-conotacao/>. Acesso em: 7 out. 2018.

Metáfora. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/metafora/>. Acesso em: 13 out. 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Apresente aos alunos o título da aula. Se necessário, relembre, brevemente, o que são poemas de forma livre, ou seja, aqueles que não seguem um padrão de métrica definido, e não obedecem às formas fixas.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Explique que nesta aula serão trabalhadas as figuras de linguagem denominadas metáfora e comparação.
  • Pergunte aos alunos se eles sabem o que é uma metáfora e uma comparação.
  • Divida a lousa em duas partes e de uma lado anote as respostas dos alunos, e de outro, coloque dois exemplos bem básicos para diferenciar comparação e metáfora.

Sugerimos algo como: “Joana canta como uma passarinho” e “Joana é um passarinho” (Vale destacar para os alunos que nem sempre é tão fácil diferenciar essas duas figuras de linguagem em poemas mais complexos).Registre as respostas dos alunos no quadro. É provável que eles saibam explicar o conceito de comparação, mas não o de metáfora. Só depois de ouvi-los, dê a resposta correta para os exemplos e exponha características de cada uma dessas figuras, comentando que elas ocorrem por processo de analogias, ou seja, quando queremos aproximar por palavras dois seres (num sentido bem amplo - podem ser ações, movimentos, sentimentos, pessoas, animais etc. etc. ) diferentes.

Antes de continuar a mostrar as especificidades da metáfora e da comparação, evidencie a ideia que a expressão “figura de linguagem” carrega, ou seja, o sentido da palavra “Figura” vem do verbo figurar – que significa representar a realidade por meio de figuras, como nas artes plásticas, nas ações de desenhar pintar esculpir; sendo assim, figuras de linguagem criam “imagens” com as palavras.

Orientamos a não estabelecer a diferença entre metáfora e comparação apenas pelo uso ou não de palavras de ligação como conjunções comparativas: “como, tal qual, assim como etc.). Nem sempre é o que vai determinar a diferença no uso dessas figuras de linguagem nos poemas.

Antes, ressalte que as comparações propõem analogias mais diretas e previsíveis (lançam mão dos sentidos literais). No caso da comparação costumamos usar uma palavra de ligação entre o que está sendo comparado – as conjunções comparativas: como, tal qual, assim como); retome o exemplo: Joana canta como um passarinho, em que a analogia se faz pelo ato de cantar: entende-se claramente que Joana canta bem, pois essa é uma característica dos passarinhos que estamos aproximando a uma característica de Joana.

Já as Metáforas propõem analogias mais indiretas, menos previsíveis (criam novos sentidos, mais complexos). A metáfora pode ser elaborada sem palavras de ligação entre o que está sendo comparado, o que é mais comum. Podem, às vezes, até usar na sua elaboração palavras de ligação, mas mantêm a comparação pouco previsível. Retome o exemplo Joana é um passarinho. Neste caso, não fica evidente qual a analogia está se fazendo: pode ser que Joana seja fraquinha, magrinha ou assustada como um passarinho. Pode ser que ela cante bem, ou ainda que goste de se vestir com cores diferentes. Ou tudo isso junto! Mostre que a metáfora abre espaço para que possamos atribuir diferentes sentidos. E nos poemas, além disso, criam-se sentidos inesperados. Se você está seguindo a sequência dos planos de poemas, lembre aos/às estudantes os textos de Manoel de Barros, que foram apresentados, anteriormente, ou traga um exemplo de metáfora em um poema.

Fonte: Revista Piauí, Ana Martins Marques, Um anteparo contra os golpes do dia. Disponível em: <https://piaui.folha.uol.com.br/materia/um-anteparo-contra-os-golpes-do-dia/>. Acesso em: 13 out. 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Separe os alunos em trios ou quartetos.
  • Explique que os textos serão distribuídos entre eles, de forma que cada grupo analise um único trecho. Os alunos devem ler os trechos para identificar como a autora faz uso da linguagem conotativa para construir as comparações e as metáforas.
  • Peça para que os grupos destaquem, em seus respectivos textos, os trechos que eles julgam ser uma comparação e/ou uma metáfora e que escrevam, no caderno ou na própria folha em que está o poema, uma breve justificativa de como chegaram a essa conclusão.
  • O tempo sugerido para esta atividade é 10 minutos.

Materiais complementares: Os textos de Ana Martins Marques, para impressão, estão disponíveis aqui.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Peça para que os grupos compartilhem suas respostas. Comece pedindo para que todos os grupos que trabalharam o texto 1 exponham suas respostas e assim sucessivamente.
  • Explique para os alunos que, no trecho 1, o eu-lírico faz uma comparação entre “casa” e outros objetos/espaços, comparando-a com algo que tem a característica de durar no tempo (fóssil), espaço que abriga (casca) e que pode se rachar, dividir, separar (físsil). Peça que observem que há também uma comparação no nível da morfossintaxe da língua: “casa” e “a casa” possuem sentidos diferentes; no segundo caso, conhecemos a casa, provavelmente temos ligações afetivas com esta casa a qual me refiro. No segundo trecho, há uma comparação implícita entre casa e poesia (e destaque que essa comparação implícita se estabelece numa estrutura de hipótese e confirmação: se isso [a prosa é uma casa], então [a poesia é um homem em chamas]. E para definir prosa e poesia, a autora usa duas metáforas, fazendo analogia entre prosa e casa, atribuindo sentidos à prosa como algo mais estável, mais sereno e previsível; e a analogia da poesia com um homem em chamas, ou seja, com a poesia corremos riscos, perigos; ela é imprevisível, intensa, mexe com emoções. É importante esclarecer aos alunos que essa é uma possibilidade de sentidos, mas um mesmo poema pode acatar vários outros sentidos. Já no terceiro trecho, embora tenhamos uma palavra de ligação “como”, a analogia não é estabelecida de forma a aproximar significados literais, como caramujo e casa nas costas; na verdade a poeta faz analogia entre caramujo e uma caixa de fósforos: quer dizer a analogia vai além do literal, pois a caixa de fósforos guarda a possibilidade do incêndio da casa. Temos, portanto, uma metáfora, que não trabalha com o sentido de casa como abrigo e segurança, sentido mais literal; mas casa como lugar de perigo, que pode pegar fogo a qualquer momento, como uma caixa de fósforos. Esses exemplos são importantes para mostrar que a análise de figuras de linguagem nos poemas pode ser bem mais complexa. E é isso que faz da poesia “um homem em chamas”.
  • Peça para que os estudantes desenhem, em grupo, uma imagem que explicite a metáfora ou a comparação do trecho trabalhado pelo grupo, como realizado no Pequeno dicionário de expressões idiomáticas.
  • O tempo sugerido para esta atividade é de 25 minutos.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Peça para que os alunos compartilhem os desenhos e as expressões selecionadas e retome o uso e a importância da linguagem conotativa na poesia bem como seus efeitos na interpretação e na construção das imagens que criamos dos poemas. Reforce que no sentido conotativo há a atribuição de um novo significado ao valor denotativo da palavra. Assim, o objetivo deste recurso é dar maior ênfase e expressividade à linguagem, tornando-a mais comovente e mais atrativa.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é a oitava aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Poema e no campo de atuação Artístico-literário. A aula faz parte do módulo de Análise linguística e semiótica.

Materiais necessários: Cópias impressas de cada texto disponibilizado na aula; computador; projetor multimídia; tela; lápis; papel.

Informações sobre o gênero: O poema é um gênero literário marcado pela musicalidade, pela subjetividade e pela escrita em versos, os quais podem ser elaborados em forma fixa ou livre, ou seja, que seguem, ou não, um padrão e métrica definidos.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem ter dificuldade com a conotação; e não reconhecerem o uso metafórico de uma expressão.

Referências sobre o assunto:

Denotação e conotação. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/conotacao-e-denotacao/>. Acesso em: 7 out. 2018.

Figuras de linguagem. Disponível em: <https://www.figuradelinguagem.com/gramatica/denotacao-e-conotacao/>. Acesso em: 7 out. 2018.

Metáfora. Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/metafora/>. Acesso em: 13 out. 2018.

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Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações:

  • Apresente aos alunos o título da aula. Se necessário, relembre, brevemente, o que são poemas de forma livre, ou seja, aqueles que não seguem um padrão de métrica definido, e não obedecem às formas fixas.

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Tempo sugerido: 9 minutos.

Orientações:

  • Explique que nesta aula serão trabalhadas as figuras de linguagem denominadas metáfora e comparação.
  • Pergunte aos alunos se eles sabem o que é uma metáfora e uma comparação.
  • Divida a lousa em duas partes e de uma lado anote as respostas dos alunos, e de outro, coloque dois exemplos bem básicos para diferenciar comparação e metáfora.

Sugerimos algo como: “Joana canta como uma passarinho” e “Joana é um passarinho” (Vale destacar para os alunos que nem sempre é tão fácil diferenciar essas duas figuras de linguagem em poemas mais complexos).Registre as respostas dos alunos no quadro. É provável que eles saibam explicar o conceito de comparação, mas não o de metáfora. Só depois de ouvi-los, dê a resposta correta para os exemplos e exponha características de cada uma dessas figuras, comentando que elas ocorrem por processo de analogias, ou seja, quando queremos aproximar por palavras dois seres (num sentido bem amplo - podem ser ações, movimentos, sentimentos, pessoas, animais etc. etc. ) diferentes.

Antes de continuar a mostrar as especificidades da metáfora e da comparação, evidencie a ideia que a expressão “figura de linguagem” carrega, ou seja, o sentido da palavra “Figura” vem do verbo figurar – que significa representar a realidade por meio de figuras, como nas artes plásticas, nas ações de desenhar pintar esculpir; sendo assim, figuras de linguagem criam “imagens” com as palavras.

Orientamos a não estabelecer a diferença entre metáfora e comparação apenas pelo uso ou não de palavras de ligação como conjunções comparativas: “como, tal qual, assim como etc.). Nem sempre é o que vai determinar a diferença no uso dessas figuras de linguagem nos poemas.

Antes, ressalte que as comparações propõem analogias mais diretas e previsíveis (lançam mão dos sentidos literais). No caso da comparação costumamos usar uma palavra de ligação entre o que está sendo comparado – as conjunções comparativas: como, tal qual, assim como); retome o exemplo: Joana canta como um passarinho, em que a analogia se faz pelo ato de cantar: entende-se claramente que Joana canta bem, pois essa é uma característica dos passarinhos que estamos aproximando a uma característica de Joana.

Já as Metáforas propõem analogias mais indiretas, menos previsíveis (criam novos sentidos, mais complexos). A metáfora pode ser elaborada sem palavras de ligação entre o que está sendo comparado, o que é mais comum. Podem, às vezes, até usar na sua elaboração palavras de ligação, mas mantêm a comparação pouco previsível. Retome o exemplo Joana é um passarinho. Neste caso, não fica evidente qual a analogia está se fazendo: pode ser que Joana seja fraquinha, magrinha ou assustada como um passarinho. Pode ser que ela cante bem, ou ainda que goste de se vestir com cores diferentes. Ou tudo isso junto! Mostre que a metáfora abre espaço para que possamos atribuir diferentes sentidos. E nos poemas, além disso, criam-se sentidos inesperados. Se você está seguindo a sequência dos planos de poemas, lembre aos/às estudantes os textos de Manoel de Barros, que foram apresentados, anteriormente, ou traga um exemplo de metáfora em um poema.

Fonte: Revista Piauí, Ana Martins Marques, Um anteparo contra os golpes do dia. Disponível em: <https://piaui.folha.uol.com.br/materia/um-anteparo-contra-os-golpes-do-dia/>. Acesso em: 13 out. 2018.

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Tempo sugerido: 35 minutos.

Orientações:

  • Separe os alunos em trios ou quartetos.
  • Explique que os textos serão distribuídos entre eles, de forma que cada grupo analise um único trecho. Os alunos devem ler os trechos para identificar como a autora faz uso da linguagem conotativa para construir as comparações e as metáforas.
  • Peça para que os grupos destaquem, em seus respectivos textos, os trechos que eles julgam ser uma comparação e/ou uma metáfora e que escrevam, no caderno ou na própria folha em que está o poema, uma breve justificativa de como chegaram a essa conclusão.
  • O tempo sugerido para esta atividade é 10 minutos.

Materiais complementares: Os textos de Ana Martins Marques, para impressão, estão disponíveis aqui.

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Orientações:

  • Peça para que os grupos compartilhem suas respostas. Comece pedindo para que todos os grupos que trabalharam o texto 1 exponham suas respostas e assim sucessivamente.
  • Explique para os alunos que, no trecho 1, o eu-lírico faz uma comparação entre “casa” e outros objetos/espaços, comparando-a com algo que tem a característica de durar no tempo (fóssil), espaço que abriga (casca) e que pode se rachar, dividir, separar (físsil). Peça que observem que há também uma comparação no nível da morfossintaxe da língua: “casa” e “a casa” possuem sentidos diferentes; no segundo caso, conhecemos a casa, provavelmente temos ligações afetivas com esta casa a qual me refiro. No segundo trecho, há uma comparação implícita entre casa e poesia (e destaque que essa comparação implícita se estabelece numa estrutura de hipótese e confirmação: se isso [a prosa é uma casa], então [a poesia é um homem em chamas]. E para definir prosa e poesia, a autora usa duas metáforas, fazendo analogia entre prosa e casa, atribuindo sentidos à prosa como algo mais estável, mais sereno e previsível; e a analogia da poesia com um homem em chamas, ou seja, com a poesia corremos riscos, perigos; ela é imprevisível, intensa, mexe com emoções. É importante esclarecer aos alunos que essa é uma possibilidade de sentidos, mas um mesmo poema pode acatar vários outros sentidos. Já no terceiro trecho, embora tenhamos uma palavra de ligação “como”, a analogia não é estabelecida de forma a aproximar significados literais, como caramujo e casa nas costas; na verdade a poeta faz analogia entre caramujo e uma caixa de fósforos: quer dizer a analogia vai além do literal, pois a caixa de fósforos guarda a possibilidade do incêndio da casa. Temos, portanto, uma metáfora, que não trabalha com o sentido de casa como abrigo e segurança, sentido mais literal; mas casa como lugar de perigo, que pode pegar fogo a qualquer momento, como uma caixa de fósforos. Esses exemplos são importantes para mostrar que a análise de figuras de linguagem nos poemas pode ser bem mais complexa. E é isso que faz da poesia “um homem em chamas”.
  • Peça para que os estudantes desenhem, em grupo, uma imagem que explicite a metáfora ou a comparação do trecho trabalhado pelo grupo, como realizado no Pequeno dicionário de expressões idiomáticas.
  • O tempo sugerido para esta atividade é de 25 minutos.
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Tempo sugerido: 5 minutos.

Orientações:

  • Peça para que os alunos compartilhem os desenhos e as expressões selecionadas e retome o uso e a importância da linguagem conotativa na poesia bem como seus efeitos na interpretação e na construção das imagens que criamos dos poemas. Reforce que no sentido conotativo há a atribuição de um novo significado ao valor denotativo da palavra. Assim, o objetivo deste recurso é dar maior ênfase e expressividade à linguagem, tornando-a mais comovente e mais atrativa.

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