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Plano de aula - A escrita confessional

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 7º ano do EF sobre A escrita confessional

Plano 01 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Isabel Fernandes, Silvia Albert

 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é primeira aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Autobiografia e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte do módulo de abertura.

Materiais necessários: Microcomputador online, projetor multimídia e tela.

Informações sobre o gênero: Autobiografia é um relato retrospectivo que a própria pessoa faz de sua vida, ou seja, o autor-narrador-personagem tem um papel de destaque nos acontecimentos do passado e do presente. A reconstituição memorialista, em uma autobiografia, ocorre em dois níveis: o nível dos acontecimentos e o do seu significado. Quanto à função desse gênero do ponto de vista de sua recepção, quem tem acesso a uma autobiografia, pode, por meio dela, identificar-se com as experiências de outra pessoa e, a partir daí, ampliar a percepção que tem de determinado universo cultural, refletir sobre a realidade à sua volta e sobre si mesma.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem não estar familiarizados com os gêneros autobiográficos. Podem ter interesse apenas pela história de pessoas famosas. Talvez não vinculem as memórias pessoais às memórias coletivas, porque não reconhecem, nos acontecimentos narrados, a presença de lembranças históricas e socioculturais, que ultrapassam as pessoais. Pode ser que tenham dificuldades de estruturar oralmente uma narrativa confessional ou sintam timidez para participar da roda de histórias.

Referências sobre o assunto: CARVALHO, Sibéria. O ensino-aprendizagem da autobiografia: uma possibilidade para o desenvolvimento a linguagem escrita. Disponível em: https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/13505

LEJEUNE, Phillipe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

MUSEU DA PESSOA. Disponível em: http://www.museudapessoa.net/pt/home

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Cadernos de apoio e aprendizagem: Língua Portuguesa 1° ano. São Paulo: SME, 2014. Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/lingua-Portuguesa-e-Matematica-Aluno-2014

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula para os alunos.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Informe aos alunos que, por um período, vocês vão se dedicar ao gênero autobiografia.
  • Pergunte o que eles sabem sobre autobiografia e deixe que falem livremente. Questione se já ouviram falar desse gênero, ou se alguma vez pensaram em contar e escrever a própria história. Não se preocupe em corrigi-los, apenas anote o que disserem e faça conexões com essas percepções iniciais depois, ao longo das aulas sobre o tema.
  • Faça uma primeira aproximação ao sentido de autobiografia a partir da análise dos elementos mórficos da palavra. Apresente à turma outras palavras que tenham processo de formação semelhante: autoajuda, autoanálise, autoestima; biologia, biociência, biodegradável; caligrafia, grafite, grafologia etc. Exiba o slide ou reproduza o diagrama no quadro e explique que essa palavra é formada por autos (o mesmo), bíos (vida) e gráphein (escrever). Como o nome indica é a história em que a própria pessoa é a protagonista, isto é, tem um papel de destaque na escrita dos acontecimentos de sua vida.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Projete o slide ou escreva no quadro os versos do poeta Carlos Drummond de Andrade, retirado do poema Canção amiga, do livro Novos poemas (1948). Os versos são estes: “Minha vida, nossas vidas/ formam um só diamante”.

Para explorar os sentidos desses versos, faça perguntas como:

  • O que chama a sua atenção nesses versos?
  • Por que a vida de uma pessoa pode formar um diamante?
  • Em que o diamante difere de outras pedras preciosas?
  • Por que, na opinião de vocês, o poeta escolheu a palavra “diamante” para associar com a palavra “vidas”?
  • Que sentidos podemos criar para o uso dos pronomes “minha”/ “nossa”?

2. Para fechar a conversa, lance o desafio: o que torna a história de uma pessoa importante para as outras pessoas?

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em roda. Proponha que todos – inclusive você – contem um episódio vivido que tenha sido significativo.
  • Para motivar os alunos, seja o primeiro a narrar a história. Ela não deve ser longa e, de preferência, limitar-se a um episódio situado no tempo e no espaço.
  • Acompanhe o tempo para que a maioria dos alunos tenha a oportunidade de falar e, se julgar necessário, amplie o tempo da aula.
  • Caso os alunos mais tímidos tenham dificuldades para relatar um episódio da vida deles, você pode ajudá-los fazendo perguntas como:
  • Quando essa história aconteceu?
  • Onde ocorreu?
  • O que aconteceu depois?

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Terminados os relatos, explique que as memórias pessoais são atravessadas por outras memórias mais amplas, que ultrapassam a experiência pessoal e ficam inseridas num contexto que podemos chamar “coletivo”. Em outras palavras, por trás das memórias pessoais, podemos perceber aspectos sociais, culturais ou históricos. Comente que a memória social diz respeito às ações e atitudes, que aprendemos a ter e realizar no convívio social em que se está inserido; a memória cultural refere-se às crenças e valores aceitos pelos grupos sociais e passados de geração a geração, exemplificado por hábitos alimentares, maneiras de falar etc.; e a memória histórica diz respeito à justaposição do fato vivido com o contexto histórico, que pode ser percebido pelo uso de documentos, objetos datados, cartas, gravuras, registros que foram preservados.
  • Arremate como o poeta: pois é, minha vida, nossas vidas formam um só diamante.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: esta é primeira aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Autobiografia e no campo de atuação artístico-literário. A aula faz parte do módulo de abertura.

Materiais necessários: Microcomputador online, projetor multimídia e tela.

Informações sobre o gênero: Autobiografia é um relato retrospectivo que a própria pessoa faz de sua vida, ou seja, o autor-narrador-personagem tem um papel de destaque nos acontecimentos do passado e do presente. A reconstituição memorialista, em uma autobiografia, ocorre em dois níveis: o nível dos acontecimentos e o do seu significado. Quanto à função desse gênero do ponto de vista de sua recepção, quem tem acesso a uma autobiografia, pode, por meio dela, identificar-se com as experiências de outra pessoa e, a partir daí, ampliar a percepção que tem de determinado universo cultural, refletir sobre a realidade à sua volta e sobre si mesma.

Dificuldades antecipadas: Os alunos podem não estar familiarizados com os gêneros autobiográficos. Podem ter interesse apenas pela história de pessoas famosas. Talvez não vinculem as memórias pessoais às memórias coletivas, porque não reconhecem, nos acontecimentos narrados, a presença de lembranças históricas e socioculturais, que ultrapassam as pessoais. Pode ser que tenham dificuldades de estruturar oralmente uma narrativa confessional ou sintam timidez para participar da roda de histórias.

Referências sobre o assunto: CARVALHO, Sibéria. O ensino-aprendizagem da autobiografia: uma possibilidade para o desenvolvimento a linguagem escrita. Disponível em: https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/13505

LEJEUNE, Phillipe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

MUSEU DA PESSOA. Disponível em: http://www.museudapessoa.net/pt/home

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Cadernos de apoio e aprendizagem: Língua Portuguesa 1° ano. São Paulo: SME, 2014. Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/lingua-Portuguesa-e-Matematica-Aluno-2014

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Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações: Apresente a proposta da aula para os alunos.

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Informe aos alunos que, por um período, vocês vão se dedicar ao gênero autobiografia.
  • Pergunte o que eles sabem sobre autobiografia e deixe que falem livremente. Questione se já ouviram falar desse gênero, ou se alguma vez pensaram em contar e escrever a própria história. Não se preocupe em corrigi-los, apenas anote o que disserem e faça conexões com essas percepções iniciais depois, ao longo das aulas sobre o tema.
  • Faça uma primeira aproximação ao sentido de autobiografia a partir da análise dos elementos mórficos da palavra. Apresente à turma outras palavras que tenham processo de formação semelhante: autoajuda, autoanálise, autoestima; biologia, biociência, biodegradável; caligrafia, grafite, grafologia etc. Exiba o slide ou reproduza o diagrama no quadro e explique que essa palavra é formada por autos (o mesmo), bíos (vida) e gráphein (escrever). Como o nome indica é a história em que a própria pessoa é a protagonista, isto é, tem um papel de destaque na escrita dos acontecimentos de sua vida.
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Orientações:

  • Projete o slide ou escreva no quadro os versos do poeta Carlos Drummond de Andrade, retirado do poema Canção amiga, do livro Novos poemas (1948). Os versos são estes: “Minha vida, nossas vidas/ formam um só diamante”.

Para explorar os sentidos desses versos, faça perguntas como:

  • O que chama a sua atenção nesses versos?
  • Por que a vida de uma pessoa pode formar um diamante?
  • Em que o diamante difere de outras pedras preciosas?
  • Por que, na opinião de vocês, o poeta escolheu a palavra “diamante” para associar com a palavra “vidas”?
  • Que sentidos podemos criar para o uso dos pronomes “minha”/ “nossa”?

2. Para fechar a conversa, lance o desafio: o que torna a história de uma pessoa importante para as outras pessoas?

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Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações:

  • Organize a turma em roda. Proponha que todos – inclusive você – contem um episódio vivido que tenha sido significativo.
  • Para motivar os alunos, seja o primeiro a narrar a história. Ela não deve ser longa e, de preferência, limitar-se a um episódio situado no tempo e no espaço.
  • Acompanhe o tempo para que a maioria dos alunos tenha a oportunidade de falar e, se julgar necessário, amplie o tempo da aula.
  • Caso os alunos mais tímidos tenham dificuldades para relatar um episódio da vida deles, você pode ajudá-los fazendo perguntas como:
  • Quando essa história aconteceu?
  • Onde ocorreu?
  • O que aconteceu depois?

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Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

  • Terminados os relatos, explique que as memórias pessoais são atravessadas por outras memórias mais amplas, que ultrapassam a experiência pessoal e ficam inseridas num contexto que podemos chamar “coletivo”. Em outras palavras, por trás das memórias pessoais, podemos perceber aspectos sociais, culturais ou históricos. Comente que a memória social diz respeito às ações e atitudes, que aprendemos a ter e realizar no convívio social em que se está inserido; a memória cultural refere-se às crenças e valores aceitos pelos grupos sociais e passados de geração a geração, exemplificado por hábitos alimentares, maneiras de falar etc.; e a memória histórica diz respeito à justaposição do fato vivido com o contexto histórico, que pode ser percebido pelo uso de documentos, objetos datados, cartas, gravuras, registros que foram preservados.
  • Arremate como o poeta: pois é, minha vida, nossas vidas formam um só diamante.
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