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Plano de aula > Língua Portuguesa > 4º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - O que está faltando nessa carta?

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 4º ano do EF sobre O que está faltando nessa carta?

Plano 06 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Alexandre Tolentino de Carvalho

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Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sexta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero carta pessoal e de reclamação, no campo de atuação da vida cotidiana e vida pública. A aula faz parte do módulo Análise Linguística e Semiótica.

Materiais necessários: slide, retroprojetor.

Informações sobre o gênero: É inegável o prazer que podemos sentir com o recebimento de uma carta física ou com a espera por uma resposta de alguém com quem nos correspondemos. A troca de cartas entre remetente e destinatário é uma forma antiga, mas eficaz de comunicação. Atualmente ela vem perdendo seu espaço para a troca de emails e mensagens por celular, o que permite uma interação comunicativa quase em tempo real. A carta é um gênero que pode cumprir com diferentes funções sociais, entretanto, neste conjunto de aulas, priorizamos as cartas e e-mails de reclamação, reivindicação e de solicitação. Cartas como essas fazem parte da vida cotidiana, e oportunizam ao autor o uso de tal forma de comunicação como meio de exercício de sua cidadania. É possível, no entanto, que essas cartas ganhem muito mais força ao serem enviadas para publicação em diferentes mídias (jornais, revistas, televisão e internet), expondo dessa forma o problema para a sociedade e cobrando, sob a vista de muitos, os responsáveis pelo problema. Nesse caso, o gênero passa a pertencer ao campo da vida pública. É possível que em uma mesma edição, de um jornal, por exemplo, venha publicada a carta de reclamação (editada) e a resposta do responsável, demonstrando, desse modo, que o envio da carta original e a cobrança da resposta foi realizada anteriormente à publicação do jornal.

Dificuldades antecipadas: Dois textos são comparados nessa aula: uma carta de reclamação e sua correspondente publicação em jornal. Nesse sentido, dificuldades de leitura e interpretação podem se constituir como barreiras na medida em que as informações são as mesmas, mas com redações diferentes no que diz respeito ao tempo verbal e outros recursos linguísticos como substituições lexicais e combinações de discursos direto (com uso de aspas) e indireto, no caso do texto publicado. A restrição de vocabulário também pode prejudicar alguns alunos atrapalhando-os nos momentos de reconhecimento de termos repetidos e de substituição lexical.

Referências sobre o assunto:

AVANÇO, T. B. Gêneros epistolares: Estratégias de leitura para o gênero carta. In: Os desafios da escola pública Paranaense na perspectiva do professor PDE. Paraná: Governo do Estado - Secretaria da Educação, 2013. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_port_pdp_terezinha_braido_avanco.pdf

MENEZES, O. Cartas: simples mensagem, documento ou gênero literário? São Paulo: Marco Zero, 2005.

SILVA, M. E. L. Criando oportunidades significativas de leitura e produção de cartas. In: Brandão, A. C. P. Leitura e produção de textos na alfabetização. (org) A. C. P. B.; E. C. S. R. — Belo Horizonte: Autêntica, p.113 - 126. 2005. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/27.pdf

Título da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Nessa aula os alunos poderão exercitar a descoberta de regularidades presentes no gênero textual carta de reclamação publicada em jornal.
  • Apresente o título da aula e permita que os alunos realizem antecipações sobre os temas a serem trabalhados nessa aula.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Aguce a curiosidade dos alunos de modo que sejam motivados a tentar descobrir quem escreve as reportagens, cartas e artigos publicados em jornais impressos.
  • Peça para lerem o texto.
  • Pergunte aos alunos: Quem escreveu o texto publicado no jornal Correio Braziliense?
  • Pode ser que alguns alunos digam que foi o João Pedro Nascimento. Pergunte a esses alunos o que os levou a essa conclusão.
  • Pergunte se todos concordam que o autor do texto é João Pedro Nascimento. Caso algum aluno diga que discorda, peça para indicar elementos do texto que comprovem essa conclusão. Os alunos podem indicar que o texto está em terceira pessoa, que o nome da pessoa é citado como se alguém estivesse falando sobre ele e que a fala não é da própria pessoa. Podem ainda dizer que são citadas algumas falas do reclamante, como se alguém estivesse contando o que ele disse, portanto, o texto não foi escrito por ele, mas sim por outra pessoa.
  • Diga que existe um profissional responsável por escrever os textos de um jornal e que esse profissional se chama redator. Mais informações sobre essa profissão podem ser encontradas no documento “Quadro com funções em um jornal” ou nos links dos materiais complementares.

Materiais complementares:

Para acessar o quadro com as funções em um jornal, clique aqui.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Peça para os alunos compararem os dois textos. Peça para perceberem as mudanças realizadas pelo redator para poder transformar o texto enviado pelo leitor em um texto jornalístico adequado à seção na qual será publicado.
  • Os alunos podem dizer que a carta enviada pelo leitor estava escrita em primeira pessoa, demonstrando a narração de uma reclamação vivida pelo próprio escritor e que a carta escrita pelo redator está em 3ª pessoa, indicando que é um relato sobre um fato reclamado por outra pessoa, que não é o autor do texto. Os alunos podem ainda dizer que o redator pode adequar o texto evitando termos repetitivos ao utilizar sinônimos, pronomes ou outros recursos de substituição lexical. Pode ainda, se for o caso, corrigir erros de ortografia presentes na carta original.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 37 minutos

Orientações:

  • Organize os alunos em trios.
  • Leia a carta em voz alta para os alunos.
  • Peça para os trios analisarem a carta para ver se existe algo que pode ser melhorado. Pergunte: “Se vocês pudessem reescrever essa carta, o que vocês mudariam?”

4. Deixe que falem a respeito. Alguns alunos podem falar sobre a repetição de termos, sobre a ausência de apresentação do autor da carta; nome, idade, onde mora. Podem ainda falar que a carta apresenta uma solicitação, mas que carece de explicação sobre os problemas da praça e precisa de argumentação de modo a convencer o prefeito a solucionar o problema.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Informe que a carta foi escrita por uma criança de 9 anos chamada Kauã, moradora de Goiânia.
  • Mostre as imagens para os alunos. Em seguida promova uma discussão a respeito dos efeitos surtidos pelo envio da carta. Pergunte aos alunos:
  • Ao olhar para a imagem, você acha que os direitos de alguém estão sendo desrespeitados? Que direitos são esses? De quem seriam esses direitos? E quem os desrespeitou?
  • Ao olhar a imagem, vocês acham que o prefeito atendeu à solicitação do menino?
  • Então, vocês acham que o envio da carta surtiu os efeitos esperados?
  • Por que o envio da carta não resultou no objetivo desejado?
  • O que mais, os moradores desse lugar, poderiam fazer para conseguir a reforma da praça?

Materiais complementares:

Google Maps (imagem de satélite), Jardim Guanabara II, Goiânia - Goiás. https://goo.gl/HKiqZr. Acesso em 24 de Set. de 2018.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Diga aos alunos que irão trabalhar em trio. Peça para imaginarem que são os redatores de um jornal e que receberam a carta de Kauã para ser publicada.
  • Peça para pensarem naquilo que está faltando na carta de Kauã e que precisa ser informado para o autor melhorar essa carta para ser publicada.
  • Espera-se que as crianças lembrem que é necessário que o autor se apresente, informando nome, idade e local onde mora. Espera-se que percebam, também, que existem muitos termos repetidos que precisam ser substituídos. Por fim, espera-se que percebam que faltam argumentos para convencer o prefeito a solucionar o problema. É preciso que compreendam que os argumentos são essenciais para o convencimento do destinatário da carta. Dentre os vários argumentos, os alunos podem lembrar o fato de que é direito das crianças ter um lugar seguro e limpo para brincar, que é obrigação do prefeito manter os ambientes públicos conservados, que o lazer é direito dos cidadãos e dever dos governantes, etc.
  • Peça para escreverem um texto curto orientando Kauã naquilo que é preciso melhorar na carta.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Peça para os alunos retornarem ao exemplo da carta publicada no Correio Braziliense disposta no slide 3.
  • Peça para identificarem as partes de uma carta de reclamação publicada que não podem faltar.
  • Peça para se inspirarem na publicação do Correio Braziliense para produzir o texto a ser publicado.
  • Certifique-se que percebam que é preciso apresentar o autor da reclamação com seu nome, idade e local onde mora, que é preciso apresentar o detalhamento do problema reclamado (o que eles precisam criar por estar ausente na carta original), apresentar os argumentos utilizados pelo autor (o que será preciso criar também), que podem recorrer à fala do autor citando-a entre aspas e que é preciso evidenciar a solicitação a ser atendida.
  • Quanto ao recurso de reproduzir falas do autor da reclamação, utilizando aspas, os alunos precisam compreender que esse é um importante recurso para agregar credibilidade e veracidade ao texto gerando a sensação de que se pode confiar naquilo que está sendo veiculado e que a reclamação não pertence ao jornal, mas ao leitor que a enviou para ser publicada. Assim, ao mesmo tempo em que acrescenta credibilidade ao texto, o jornal demonstra imparcialidade e se abstém de possíveis responsabilidades advindas das informações apresentadas. Pergunte aos alunos: Com que objetivos o jornal reproduz trechos das falas do autor da reclamação?

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Orientações:

  • Entre folhas brancas aos trios. Peça para utilizarem uma letra maior para que muitas pessoas possam ler a publicação ao mesmo tempo.
  • Deixe a publicação disponível no mural para que eles possam ler durante outros momentos.

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Oriente os alunos a escrever no caderno tudo aquilo que aprenderam nessa aula. Assim, podem registrar o que aprenderam sobre a função do redator no jornal, sobre as partes de uma carta de reclamação, e sobre como uma carta enviada para publicação é reescrita passando para 3ª pessoa, utilizando trechos da carta original entre aspas, contribuindo para a resolução do problema.
  • Note, entretanto, que a questão proposta nesse fechamento é "aberta", pois entendemos que depois de vivenciar todas as atividades da aula (e do bloco, caso você esteja seguindo a sequência de aulas), os alunos estarão aptos a ir além das respostas descritas acima.
  • Permita que os alunos evidenciem suas aprendizagens genuínas, fornecendo desse modo, elementos para que você avalie o desenvolvimento da aula (ou da sequência) e as aprendizagens dos alunos.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sexta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero carta pessoal e de reclamação, no campo de atuação da vida cotidiana e vida pública. A aula faz parte do módulo Análise Linguística e Semiótica.

Materiais necessários: slide, retroprojetor.

Informações sobre o gênero: É inegável o prazer que podemos sentir com o recebimento de uma carta física ou com a espera por uma resposta de alguém com quem nos correspondemos. A troca de cartas entre remetente e destinatário é uma forma antiga, mas eficaz de comunicação. Atualmente ela vem perdendo seu espaço para a troca de emails e mensagens por celular, o que permite uma interação comunicativa quase em tempo real. A carta é um gênero que pode cumprir com diferentes funções sociais, entretanto, neste conjunto de aulas, priorizamos as cartas e e-mails de reclamação, reivindicação e de solicitação. Cartas como essas fazem parte da vida cotidiana, e oportunizam ao autor o uso de tal forma de comunicação como meio de exercício de sua cidadania. É possível, no entanto, que essas cartas ganhem muito mais força ao serem enviadas para publicação em diferentes mídias (jornais, revistas, televisão e internet), expondo dessa forma o problema para a sociedade e cobrando, sob a vista de muitos, os responsáveis pelo problema. Nesse caso, o gênero passa a pertencer ao campo da vida pública. É possível que em uma mesma edição, de um jornal, por exemplo, venha publicada a carta de reclamação (editada) e a resposta do responsável, demonstrando, desse modo, que o envio da carta original e a cobrança da resposta foi realizada anteriormente à publicação do jornal.

Dificuldades antecipadas: Dois textos são comparados nessa aula: uma carta de reclamação e sua correspondente publicação em jornal. Nesse sentido, dificuldades de leitura e interpretação podem se constituir como barreiras na medida em que as informações são as mesmas, mas com redações diferentes no que diz respeito ao tempo verbal e outros recursos linguísticos como substituições lexicais e combinações de discursos direto (com uso de aspas) e indireto, no caso do texto publicado. A restrição de vocabulário também pode prejudicar alguns alunos atrapalhando-os nos momentos de reconhecimento de termos repetidos e de substituição lexical.

Referências sobre o assunto:

AVANÇO, T. B. Gêneros epistolares: Estratégias de leitura para o gênero carta. In: Os desafios da escola pública Paranaense na perspectiva do professor PDE. Paraná: Governo do Estado - Secretaria da Educação, 2013. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_port_pdp_terezinha_braido_avanco.pdf

MENEZES, O. Cartas: simples mensagem, documento ou gênero literário? São Paulo: Marco Zero, 2005.

SILVA, M. E. L. Criando oportunidades significativas de leitura e produção de cartas. In: Brandão, A. C. P. Leitura e produção de textos na alfabetização. (org) A. C. P. B.; E. C. S. R. — Belo Horizonte: Autêntica, p.113 - 126. 2005. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/27.pdf

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 2 minutos

Orientações:

  • Nessa aula os alunos poderão exercitar a descoberta de regularidades presentes no gênero textual carta de reclamação publicada em jornal.
  • Apresente o título da aula e permita que os alunos realizem antecipações sobre os temas a serem trabalhados nessa aula.

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 8 minutos

Orientações:

  • Aguce a curiosidade dos alunos de modo que sejam motivados a tentar descobrir quem escreve as reportagens, cartas e artigos publicados em jornais impressos.
  • Peça para lerem o texto.
  • Pergunte aos alunos: Quem escreveu o texto publicado no jornal Correio Braziliense?
  • Pode ser que alguns alunos digam que foi o João Pedro Nascimento. Pergunte a esses alunos o que os levou a essa conclusão.
  • Pergunte se todos concordam que o autor do texto é João Pedro Nascimento. Caso algum aluno diga que discorda, peça para indicar elementos do texto que comprovem essa conclusão. Os alunos podem indicar que o texto está em terceira pessoa, que o nome da pessoa é citado como se alguém estivesse falando sobre ele e que a fala não é da própria pessoa. Podem ainda dizer que são citadas algumas falas do reclamante, como se alguém estivesse contando o que ele disse, portanto, o texto não foi escrito por ele, mas sim por outra pessoa.
  • Diga que existe um profissional responsável por escrever os textos de um jornal e que esse profissional se chama redator. Mais informações sobre essa profissão podem ser encontradas no documento “Quadro com funções em um jornal” ou nos links dos materiais complementares.

Materiais complementares:

Para acessar o quadro com as funções em um jornal, clique aqui.

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Orientações:

  • Peça para os alunos compararem os dois textos. Peça para perceberem as mudanças realizadas pelo redator para poder transformar o texto enviado pelo leitor em um texto jornalístico adequado à seção na qual será publicado.
  • Os alunos podem dizer que a carta enviada pelo leitor estava escrita em primeira pessoa, demonstrando a narração de uma reclamação vivida pelo próprio escritor e que a carta escrita pelo redator está em 3ª pessoa, indicando que é um relato sobre um fato reclamado por outra pessoa, que não é o autor do texto. Os alunos podem ainda dizer que o redator pode adequar o texto evitando termos repetitivos ao utilizar sinônimos, pronomes ou outros recursos de substituição lexical. Pode ainda, se for o caso, corrigir erros de ortografia presentes na carta original.
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Tempo sugerido: 37 minutos

Orientações:

  • Organize os alunos em trios.
  • Leia a carta em voz alta para os alunos.
  • Peça para os trios analisarem a carta para ver se existe algo que pode ser melhorado. Pergunte: “Se vocês pudessem reescrever essa carta, o que vocês mudariam?”

4. Deixe que falem a respeito. Alguns alunos podem falar sobre a repetição de termos, sobre a ausência de apresentação do autor da carta; nome, idade, onde mora. Podem ainda falar que a carta apresenta uma solicitação, mas que carece de explicação sobre os problemas da praça e precisa de argumentação de modo a convencer o prefeito a solucionar o problema.

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Orientações:

  • Informe que a carta foi escrita por uma criança de 9 anos chamada Kauã, moradora de Goiânia.
  • Mostre as imagens para os alunos. Em seguida promova uma discussão a respeito dos efeitos surtidos pelo envio da carta. Pergunte aos alunos:
  • Ao olhar para a imagem, você acha que os direitos de alguém estão sendo desrespeitados? Que direitos são esses? De quem seriam esses direitos? E quem os desrespeitou?
  • Ao olhar a imagem, vocês acham que o prefeito atendeu à solicitação do menino?
  • Então, vocês acham que o envio da carta surtiu os efeitos esperados?
  • Por que o envio da carta não resultou no objetivo desejado?
  • O que mais, os moradores desse lugar, poderiam fazer para conseguir a reforma da praça?

Materiais complementares:

Google Maps (imagem de satélite), Jardim Guanabara II, Goiânia - Goiás. https://goo.gl/HKiqZr. Acesso em 24 de Set. de 2018.

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Orientações:

  • Diga aos alunos que irão trabalhar em trio. Peça para imaginarem que são os redatores de um jornal e que receberam a carta de Kauã para ser publicada.
  • Peça para pensarem naquilo que está faltando na carta de Kauã e que precisa ser informado para o autor melhorar essa carta para ser publicada.
  • Espera-se que as crianças lembrem que é necessário que o autor se apresente, informando nome, idade e local onde mora. Espera-se que percebam, também, que existem muitos termos repetidos que precisam ser substituídos. Por fim, espera-se que percebam que faltam argumentos para convencer o prefeito a solucionar o problema. É preciso que compreendam que os argumentos são essenciais para o convencimento do destinatário da carta. Dentre os vários argumentos, os alunos podem lembrar o fato de que é direito das crianças ter um lugar seguro e limpo para brincar, que é obrigação do prefeito manter os ambientes públicos conservados, que o lazer é direito dos cidadãos e dever dos governantes, etc.
  • Peça para escreverem um texto curto orientando Kauã naquilo que é preciso melhorar na carta.

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Orientações:

  • Peça para os alunos retornarem ao exemplo da carta publicada no Correio Braziliense disposta no slide 3.
  • Peça para identificarem as partes de uma carta de reclamação publicada que não podem faltar.
  • Peça para se inspirarem na publicação do Correio Braziliense para produzir o texto a ser publicado.
  • Certifique-se que percebam que é preciso apresentar o autor da reclamação com seu nome, idade e local onde mora, que é preciso apresentar o detalhamento do problema reclamado (o que eles precisam criar por estar ausente na carta original), apresentar os argumentos utilizados pelo autor (o que será preciso criar também), que podem recorrer à fala do autor citando-a entre aspas e que é preciso evidenciar a solicitação a ser atendida.
  • Quanto ao recurso de reproduzir falas do autor da reclamação, utilizando aspas, os alunos precisam compreender que esse é um importante recurso para agregar credibilidade e veracidade ao texto gerando a sensação de que se pode confiar naquilo que está sendo veiculado e que a reclamação não pertence ao jornal, mas ao leitor que a enviou para ser publicada. Assim, ao mesmo tempo em que acrescenta credibilidade ao texto, o jornal demonstra imparcialidade e se abstém de possíveis responsabilidades advindas das informações apresentadas. Pergunte aos alunos: Com que objetivos o jornal reproduz trechos das falas do autor da reclamação?

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Orientações:

  • Entre folhas brancas aos trios. Peça para utilizarem uma letra maior para que muitas pessoas possam ler a publicação ao mesmo tempo.
  • Deixe a publicação disponível no mural para que eles possam ler durante outros momentos.
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Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

  • Oriente os alunos a escrever no caderno tudo aquilo que aprenderam nessa aula. Assim, podem registrar o que aprenderam sobre a função do redator no jornal, sobre as partes de uma carta de reclamação, e sobre como uma carta enviada para publicação é reescrita passando para 3ª pessoa, utilizando trechos da carta original entre aspas, contribuindo para a resolução do problema.
  • Note, entretanto, que a questão proposta nesse fechamento é "aberta", pois entendemos que depois de vivenciar todas as atividades da aula (e do bloco, caso você esteja seguindo a sequência de aulas), os alunos estarão aptos a ir além das respostas descritas acima.
  • Permita que os alunos evidenciem suas aprendizagens genuínas, fornecendo desse modo, elementos para que você avalie o desenvolvimento da aula (ou da sequência) e as aprendizagens dos alunos.
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