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Plano de aula > Língua Portuguesa > 3º ano > Análise linguística/Semiótica

Plano de aula - Fábulas à vista

Plano de aula de Língua Portuguesa com atividades para 3º ano do Ensino Fundamental sobre como identificar o ponto de vista com base no qual as histórias são narradas.

Plano 06 de 15 • Clique aqui e veja todas as aulas desta sequência

Plano de aula alinhado à BNCC • POR: Elenir Aparecida De Oliveira Novaes

 

Sobre este plano select-down

Slide Plano Aula

Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sexta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas/provérbios no campo de atuação Artístico-literário
Vida cotidiana. A aula faz parte do módulo de Análise linguística/semiótica.

Materiais necessários: Projetor, quadro, folhas impressas, lápis, caderno.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós por meio da escrita tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz este gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Esta informação é importante para reconstruir os modos como este gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível online.)

Dificuldades antecipadas: Alunos que não leem ou escrevem autonomamente.

Referências sobre o assunto:BAGNO, M. Fábulas fabulosas. In: CARVALHO, Maria Angélica Freire de, MENDONÇA, Rosa Helena (orgs). Práticas de leitura e escrita. Brasília : Ministério da Educação, 2006. 180 p. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf .Acesso em 22 de nov. de 2018.

SILVA, Jorge Luis Lira. Fábula ConFabulando. In: Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Formação continuada de professores/coordenado por
Márcia Mendonça. Recife, MEC/CEEL, 2008. p. 67 – 78. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf. Acesso em 22 de nov. de 2018.

Tema da aula select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a apresentação da proposta da aula para os alunos, dizendo que irão trabalhar com fábulas, para que percebam a participação do narrador na narrativa.

Introdução select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Inicie a aula, com os alunos sentados em círculo, para que todos possam estabelecer contato visual e ouvir bem as colocações dos colegas.
  • Inicie a conversa falando com os alunos sobre o fato de que passamos boa parte de nosso tempo ouvindo ou contando histórias. Comente que podem ser reais, ou fruto de nossa imaginação.
  • Dê oportunidade para que um aluno conte o que ouviu neste dia para os demais. Em seguida peça que outro colega reconte para a sala o que o colega anterior contou. Com esta atividade, professor, você poderá ativar o conhecimento prévio dos alunos a respeito dos dois tipos básicos de foco narrativo: em primeira e em terceira pessoa, questionando se eles perceberam alguma mudança nas duas falas. Provavelmente dirão que o assunto foi o mesmo, mas algumas palavras ficaram diferentes. Se eles não chegarem a esta conclusão, faça você, professor, questionamentos que os façam refletir sobre os pontos de vista na base do qual foi narrada a história.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete ou forneça cópias para os alunos do texto O rato do mato e o rato da cidade. Solicite a participação dos alunos quanto ao conhecimento ou não desta narrativa, e, se sabem a qual gênero pertence, ouvindo suas argumentações. Espera-se que entendam que é uma fábula, retomando os conhecimentos prévios deles sobre este tipo de texto. Eles poderão antecipar que na fábula os personagens são animais que agem como seres humanos. Apresenta uma estrutura simples e seu final é marcado por uma moral, ensinamento e memorização dos valores morais de um grupo social. Antes de fazer a leitura compartilhada peça que os alunos levantem hipóteses sobre o assunto do texto.
  • Leia para os alunos e faça algumas pausas para questionar sobre o que acham que vai acontecer a partir do ponto pausado. Assim você, além de estimular a curiosidade, contribui para a formação de futuros leitores na medida em que promove o equilíbrio de experiências em que e eles possam ler e escutar histórias por puro prazer, com outros em que possam aprofundar conhecimentos sobre o texto, e, ainda defender seus pontos de vista.
  • Estimule os alunos a relatar suas impressões sobre a fábula lida. Comente sobre o que acharam do final, se acharam surpreendente ou não.
  • Solucionar possíveis dúvidas sobre o vocabulário.

Materiais complementares: Texto para impressão Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/sgsk6y6fPYuK6gwbGPkCcJHZ8WDWQ7BzGPXYWAYeaM2euq3mMMeJGCX2C6YT/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

Fonte: ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.). O rato do mato e o rato da cidade. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.102.

Desenvolvimento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete a tabela ou imprima para cada aluna uma cópia dela. Pode passar no quadro, mas poderá exigir mais tempo do que o proposto nesta parte da aula.
  • Espere que eles preencham de acordo com os itens elencados. Enquanto eles resolvem a situação, você, professor deverá circular pela sala para auxiliar aqueles que não estiverem com dúvidas. Neste momento, o objetivo é colaborar para desenvolver a capacidade de interpretação do texto lido, permitindo que os alunos desvendam os elementos da narrativa como o cenário, os personagens, o conflito gerador, a resolução e o papel do narrador. No caso do narrador é importante que os alunos percebam se o narrador é personagem (primeira pessoa) ou só um observador (terceira pessoa). Pedir que comprovem sua resposta com frases do texto lido. Esperamos que os alunos respondam que existem dois cenários, um do campo outro da cidade, os personagens são ratos, o conflito começa quando o rato do campo vai para a cidade e passam por diversos perigos e tudo termina quando o rato do campo chega à conclusão que o sossego e a simplicidade da sua vida são melhores. O narrador também foi em terceira pessoa.
  • Faça a correção coletiva, ouvindo as respostas dos alunos, fazendo , se necessário, inferências coletivas sobre as informações omitidas no texto.

Materiais complementares: Texto para impressão Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/sgsk6y6fPYuK6gwbGPkCcJHZ8WDWQ7BzGPXYWAYeaM2euq3mMMeJGCX2C6YT/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

Fechamento select-down

Slide Plano Aula

Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Peça que os alunos escrevam o primeiro parágrafo como se fosse o rato do campo que estivesse narrando a história.
  • Ouça as respostas dadas e observe se todos fizeram da mesma forma. Espera-se que os alunos façam as alterações de modo que o texto fique semelhante a esta sugestão: Certa vez, fui convidado para ir à casa do meu amigo que morava no campo. Vendo que meu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, eu convidei-o para ir morar comigo.
  • Liste com os alunos o que aprenderam sobre a aula de hoje. Ouça, você ficará surpreendido com as ideias de seus alunos, servirão também como avaliação da aprendizagem da aula dada. Espera-se que eles digam que aprenderam que não existe narrativa sem o narrador, que ele pode participar diretamente da história, sendo um de seus personagens, ou pode simplesmente contar a história, como alguém que está observando a cena. Poderão identifIcar como narrador de terceira pessoa aquele que está fora dos fatos narrados, seu ponto de vista é mais imparcial, poderão também citá-lo como narrador observador, e, narrador em primeira pessoa. aquele que participa diretamente do enredo, como qualquer personagem, não é onipresente, nem onisciente.

Resumo da aula

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Este slide não deve ser apresentado para os alunos, ele apenas resume o conteúdo da aula para que você, professor, possa se planejar.

Sobre esta aula: Esta é sexta aula de uma sequência de 15 planos de aula com foco no gênero Fábulas/provérbios no campo de atuação Artístico-literário
Vida cotidiana. A aula faz parte do módulo de Análise linguística/semiótica.

Materiais necessários: Projetor, quadro, folhas impressas, lápis, caderno.

Informações sobre o gênero: De acordo com Bagno (2006) é muito provável que as fábulas que chegaram até nós por meio da escrita tenham existido durante muito tempo como narrativas tradicionais orais, o que faz este gênero remontar a estágios muito arcaicos da civilização humana. As fábulas devem ter sido usadas com objetivos claramente pedagógicos: a pequena narrativa exemplar serviria como instrumento de aprendizagem, fixação e memorização dos valores morais do grupo social. É importante salientarmos também que as narrativas tradicionais orais circulavam entre crianças e adultos, indistintamente. Esta informação é importante para reconstruir os modos como este gênero textual era produzido em épocas passadas e até mesmo para permitir uma análise mais crítica acerca das modificações por ele sofridas ao longo dos séculos. (A referência completa do texto de Bagno encontra-se ao lado e está disponível online.)

Dificuldades antecipadas: Alunos que não leem ou escrevem autonomamente.

Referências sobre o assunto:BAGNO, M. Fábulas fabulosas. In: CARVALHO, Maria Angélica Freire de, MENDONÇA, Rosa Helena (orgs). Práticas de leitura e escrita. Brasília : Ministério da Educação, 2006. 180 p. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf .Acesso em 22 de nov. de 2018.

SILVA, Jorge Luis Lira. Fábula ConFabulando. In: Diversidade textual: propostas para a sala de aula. Formação continuada de professores/coordenado por
Márcia Mendonça. Recife, MEC/CEEL, 2008. p. 67 – 78. Disponível em: http://www.serdigital.com.br/gerenciador/clientes/ceel/arquivos/35.pdf. Acesso em 22 de nov. de 2018.

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Tempo sugerido: 1 minuto.

Orientações: Faça a apresentação da proposta da aula para os alunos, dizendo que irão trabalhar com fábulas, para que percebam a participação do narrador na narrativa.

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Tempo sugerido: 10 minutos.

Orientações:

  • Inicie a aula, com os alunos sentados em círculo, para que todos possam estabelecer contato visual e ouvir bem as colocações dos colegas.
  • Inicie a conversa falando com os alunos sobre o fato de que passamos boa parte de nosso tempo ouvindo ou contando histórias. Comente que podem ser reais, ou fruto de nossa imaginação.
  • Dê oportunidade para que um aluno conte o que ouviu neste dia para os demais. Em seguida peça que outro colega reconte para a sala o que o colega anterior contou. Com esta atividade, professor, você poderá ativar o conhecimento prévio dos alunos a respeito dos dois tipos básicos de foco narrativo: em primeira e em terceira pessoa, questionando se eles perceberam alguma mudança nas duas falas. Provavelmente dirão que o assunto foi o mesmo, mas algumas palavras ficaram diferentes. Se eles não chegarem a esta conclusão, faça você, professor, questionamentos que os façam refletir sobre os pontos de vista na base do qual foi narrada a história.

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Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete ou forneça cópias para os alunos do texto O rato do mato e o rato da cidade. Solicite a participação dos alunos quanto ao conhecimento ou não desta narrativa, e, se sabem a qual gênero pertence, ouvindo suas argumentações. Espera-se que entendam que é uma fábula, retomando os conhecimentos prévios deles sobre este tipo de texto. Eles poderão antecipar que na fábula os personagens são animais que agem como seres humanos. Apresenta uma estrutura simples e seu final é marcado por uma moral, ensinamento e memorização dos valores morais de um grupo social. Antes de fazer a leitura compartilhada peça que os alunos levantem hipóteses sobre o assunto do texto.
  • Leia para os alunos e faça algumas pausas para questionar sobre o que acham que vai acontecer a partir do ponto pausado. Assim você, além de estimular a curiosidade, contribui para a formação de futuros leitores na medida em que promove o equilíbrio de experiências em que e eles possam ler e escutar histórias por puro prazer, com outros em que possam aprofundar conhecimentos sobre o texto, e, ainda defender seus pontos de vista.
  • Estimule os alunos a relatar suas impressões sobre a fábula lida. Comente sobre o que acharam do final, se acharam surpreendente ou não.
  • Solucionar possíveis dúvidas sobre o vocabulário.

Materiais complementares: Texto para impressão Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/sgsk6y6fPYuK6gwbGPkCcJHZ8WDWQ7BzGPXYWAYeaM2euq3mMMeJGCX2C6YT/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

Fonte: ABREU, Ana Rosa; ARATANGY, Claudia Rosenberg; MINGUES, Eliane (Org.). O rato do mato e o rato da cidade. In: Alfabetização: livro do aluno. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília: Fundescola/sefmec, 2000. p.102.

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Tempo sugerido: 30 minutos.

Orientações:

  • Projete a tabela ou imprima para cada aluna uma cópia dela. Pode passar no quadro, mas poderá exigir mais tempo do que o proposto nesta parte da aula.
  • Espere que eles preencham de acordo com os itens elencados. Enquanto eles resolvem a situação, você, professor deverá circular pela sala para auxiliar aqueles que não estiverem com dúvidas. Neste momento, o objetivo é colaborar para desenvolver a capacidade de interpretação do texto lido, permitindo que os alunos desvendam os elementos da narrativa como o cenário, os personagens, o conflito gerador, a resolução e o papel do narrador. No caso do narrador é importante que os alunos percebam se o narrador é personagem (primeira pessoa) ou só um observador (terceira pessoa). Pedir que comprovem sua resposta com frases do texto lido. Esperamos que os alunos respondam que existem dois cenários, um do campo outro da cidade, os personagens são ratos, o conflito começa quando o rato do campo vai para a cidade e passam por diversos perigos e tudo termina quando o rato do campo chega à conclusão que o sossego e a simplicidade da sua vida são melhores. O narrador também foi em terceira pessoa.
  • Faça a correção coletiva, ouvindo as respostas dos alunos, fazendo , se necessário, inferências coletivas sobre as informações omitidas no texto.

Materiais complementares: Texto para impressão Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/sgsk6y6fPYuK6gwbGPkCcJHZ8WDWQ7BzGPXYWAYeaM2euq3mMMeJGCX2C6YT/atividade-ou-texto-para-impressao.pdf

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Orientações:

  • Peça que os alunos escrevam o primeiro parágrafo como se fosse o rato do campo que estivesse narrando a história.
  • Ouça as respostas dadas e observe se todos fizeram da mesma forma. Espera-se que os alunos façam as alterações de modo que o texto fique semelhante a esta sugestão: Certa vez, fui convidado para ir à casa do meu amigo que morava no campo. Vendo que meu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, eu convidei-o para ir morar comigo.
  • Liste com os alunos o que aprenderam sobre a aula de hoje. Ouça, você ficará surpreendido com as ideias de seus alunos, servirão também como avaliação da aprendizagem da aula dada. Espera-se que eles digam que aprenderam que não existe narrativa sem o narrador, que ele pode participar diretamente da história, sendo um de seus personagens, ou pode simplesmente contar a história, como alguém que está observando a cena. Poderão identifIcar como narrador de terceira pessoa aquele que está fora dos fatos narrados, seu ponto de vista é mais imparcial, poderão também citá-lo como narrador observador, e, narrador em primeira pessoa. aquele que participa diretamente do enredo, como qualquer personagem, não é onipresente, nem onisciente.

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