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Rugby é esporte de criança, sim

Com adaptação da modalidade, que voltou às Olimpíadas, alunos ampliam repertório motor

POR:
Jacqueline Hamine, Paula Peres e Fernanda Salla

Apesar de ser o evento esportivo mais tradicional do mundo, as Olimpíadas sofrem mudanças. Atento às modalidades que surgem, o Movimento Olímpico avalia a inserção de esportes a cada edição. Foi assim que o golfe e o rugby foram incluídos nos Jogos do Rio de Janeiro de 2016, sendo que este último tem uma história com o megaevento (leia quadro abaixo). Além de ser uma novidade para grande parte dos brasileiros, já que é um esporte pouco jogado no país, ele oferece oportunidades para trabalhar gestos e estratégias diferentes dos praticados normalmente nas aulas de Educação Física. "A criança amplia o repertório motor ao experimentar movimentos novos, como correr enquanto lança a bola para trás, e desenvolve aspectos cognitivo e comportamentais com o trabalho em equipe", diz Maurício Migliano, gerente de desenvolvimento da Confederação Brasileira de Rugby, entidade que publicou a adaptação do esporte (o tag rugby) para o ambiente escolar, que você conhece a seguir.


O jogo e a relação com o megaevento

O rugby não é bem uma novidade olímpica. Sua história de vaivém com o evento começa em 1900, com partidas que continham 15 jogadores por equipe. ele ficou na lista dos jogos olímpicos em 1908, 1920 e 1924. Este ano, no Rio de Janeiro, reaparece em uma versão com sete jogadores
em cada time, o chamado rugby sevens. Alinhados frente a frente, os dois times iniciam a partida com um tiro livre. A equipe que está com a bola deve avançar no campo para um try, quando o jogador consegue atravessar a linha de fundo adversária com a bola em mãos. É proibido passar a bola com os pés e tirar a bola das mãos do atacante (saiba mais em aqui).

 

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Ilustração: Camaleão