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Mais que uma faxina, uma emergência

Ação e informação são boas armas para lutar contra o Aedes aegypti

POR:
Pedro Annunciato, Patrick Cassimiro e Maggi Krause

Diante de avanços ainda tímidos no desenvolvimento de vacinas contra a dengue, a febre chikungunya e o temido zika vírus, o combate ao mosquito transmissor Aedes aegypti é a única maneira de conter a epidemia - pelo menos por enquanto. As autoridades brasileiras têm se empenhado em ações de vigilância e conscientização. Por isso, as escolas se tornaram pontos estratégicos. Os gestores precisam transformar as orientações dos órgãos competentes em ações no dia a dia. Marília Novaes, formadora da comunidade Cedac, ressalta a necessidade de envolver o conselho escolar: "Em muitas instituições, ele não é ativo, e nesse momento pode ser fundamental. Em geral, seus integrantes são pessoas que exercem algum tipo de liderança local, o que faz delas potenciais colaboradores".

Mas a ação do gestor não se limita a organizar reuniões, palestras, mutirões ou até projetos didáticos. A escola precisa dar o exemplo e orientar as equipes de limpeza e manutenção para manter o espaço em ordem. Veja, a seguir, os principais pontos de atenção e o que deve ser feito para eliminar os possíveis criadouros do inseto. 

 
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 Ilustração: Camaleão