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Jornalismo

Como orientar uma aluna sobre a organização do material sem ficar só cobrando mudanças?

Bagunça

PorNOVA ESCOLA

01/02/2014

Telma Vinha. Foto: Marina Piedade E agora, Telma?

Telma Vinha é professora de Psicologia Educacional na Unicamp e tira dúvidas sobre comportamento.

Pergunta enviada por Fernanda Mendonça, Ipatinga, MG

Uma opção é colocar o problema de forma descritiva, favorecendo a colaboração espontânea da menina: "Vejo canetas sem tampa e borrachas no chão". Refira-se ao incidente quando ocorrer, sem remeter ao passado ou fazer previsões pessimistas. Cuidado para não comparar a aluna aos colegas ou culpabilizá-la. Vale também conversar em particular com ela sobre a questão e ouvir o que propõe: "O papel ficou borrado de tinta. O que houve? Como a gente evita que isso se repita?". Favoreça ainda o desenvolvimento da auto-orientação: "Você já guardou a atividade e tampou as canetas. Não falta alguma coisa?". Procure dar retornos informativos e questionar pontos a que o estudante pode ficar atento. Essa aprendizagem leva tempo e as intervenções construtivas contribuirão para que ocorra de fato.

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