Lojinha Popular

POR:
professor

Objetivo(s) 

Desenvolver estratégias de cálculo.

Calcular  de adição e subtração.

Calcular troco.

 

Conteúdo(s) 

Sistema Monetário  brasileiro

Adição e Subtração

Relações interpessoais

Oralidade

Leitura de Material de divulgação

Situação - problema

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ano(s) 

1º, 2º, 3º, 4º, 5º

Tempo estimado 

2 aulas

Material necessário 

Objetos usados de diferentes tipos (como brinquedos, gibis e roupas), cédulas que imitem dinheiro de verdade, papel, canetas, lápis e etiquetas. 

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Iniciar a aula explicando sobre o Sistema Monetário Brasileiro.

A utilização de cédulas e de moedas e contar os dinheiros xerocopiados entregue aos alunos para recortarem e fazer a leitura de cada nota e moeda.

Levar os alunos para o laboratório de informática realizando atividades em jogos para fixarem a contagem do dinheiro.

Faça um bilhete aos pais dos alunos informando os objetivos da atividade, e que os produtos trazidos à escola não serão devolvidos. Inicie, então, o trabalho com os

pequenos. Organize-os em roda e explique o que é um brechó - uma loja que vende objetos usados -  e proponha que reproduzam esse espaço na sala de aula. Peça que tragam dois itens de casa que queiram compartilhar com os colegas.

2ª etapa 

Oriente os alunos a separar os artigos em grupos: brinquedos, gibis, roupas etc. Diga que se reúnam em grupos para decidir quanto cada produto vai custar.

Distribuir encartes de dinheiro ensinando o nome do dinheiro Real.

Distribuir notas de 2, 5 , 10 e 20 reais e moedas de 1 real (xerocopiadas)  com o clips para que os alunos faça a soma dos seus agrupamentos de notas.

Organize a sala de aula em um Brechó com os artigos que troxeram de casa.

Feito isso, é o momento de fazer a atividade de compra e venda.

 

3ª etapa 

  Oriente sobre como deve ser a organização da sala: as mesas podem ser colocadas lado a lado e, sobre elas, distribuídos os artigos. Os vendedores ficam atrás desse balcão  e os compradores, em frente, para que possam escolher o que querem comprar - como aconteceria em uma loja. Divida os pequenos em dois grupos: em um primeiro momento, coloque como vendedores as crianças que utilizam estratégias de cálculo mais elaboradas para que interajam com os compradores e realizem conjuntamente alguns cálculosutilizando  para fazer a soma dos artigos e o troco.

 

. Para os vendedores, entregue notas de 1 real e 2 reais para que possam fazer o troco nas negociações utilizaando a calculadora , e para os compradores distribua o mesmo valor total para cada um, variando a combinação de cédulas de 1 real, 2 reais, 5 reais, 10 reais e 20 reais. Diga que os objetos "comprados" serão levados para casa.

Observe e anote as estratégias usadas por todos.

Avaliação 

Analise suas anotações e, com base em algumas situações observadas no brechó, planeje outras "fictícias" para que todas as crianças possam pensar sobre os cálculos que representam desafio na atividade. Proponha que os alunos resolvam individualmente a seguinte questão: "No brechó da turma do 1º ano, Teresa comprou uma boneca por 5 reais e um gibi por 3 reais. Quanto ela gastou?". Depois, organize os estudantes em duplas para que eles comparem suas estratégias e expliquem como resolveram. Tente formar duplas com alunos que tenham utilizado procedimentos parecidos para calcular os valores do brechó, pois isso favorecerá a troca e a colaboração entre elas. Proponha que as duplas respondam às demais perguntas: "Para pagar a conta, deu uma nota de 10 reais. Vai dar para pagar a conta? Ela receberá troco? Quanto?". Para resolver a primeira parte desse problema, basta juntar o valor de cada produto. As resoluções iniciais das crianças costumam se basear na contagem (incluindo contar a partir de um dos valores ou descontar). À medida que avançam no entendimento do sistema de numeração e na construção de um repertório aditivo, passam a utilizar também estratégias baseadas no cálculo. A segunda pergunta envolve a ideia de uma transformação negativa, isto é, uma mudança em uma sequência temporal: tinha 10 e paguei 8, com quanto fiquei? A complexidade reside na maneira como a pergunta é formulada. Em outro momento, selecione alguns procedimentos para discutir com a turma. Por exemplo, um que desenhou 10 tracinhos e depois riscou 8 e outro que contou de 8 a 10. Proponha que as crianças analisem se os dois procedimentos servem para resolver o problema, as semelhanças e diferenças entre eles e qual é o caminho mais econômico.  

Flexibilização 

A cada etapa, faça uma explicação antecipada para que o aluno com deficiência intelectual tenha mais segurança e autonomia para participar da atividade com descontração. Faça a mediação individual e dê tarefas mais específicas, que estimulem sua concentração para o raciocínio matemático. Valorize suas hipóteses e procure estimular avanços. É importante conversar com os alunos sobre os diferentes conhecimentos que cada um pode ter quanto ao uso e cálculos com o dinheiro e argumentar que isso pode depender da vivência social de cada um. Deve-se enfatizar que essa proposta amplia o conhecimento e que todos podem colaborar com a aprendizagem dos outros colegas, respeitando as diferentes estratégias.

Deficiências 

Intelectual

Créditos: Priscila Monteiro Formação: Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10.

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