Estrangeirismo em todos os lugares

POR:
professor

Objetivo(s) 

  • Identificar o uso de expressões estrangeiras usadas no cotidiano.
  • Conscientizar os alunos do que eles já sabem.

Conteúdo(s) 

  • Estrangeirismos.

Ano(s) 

Tempo estimado 

2 aulas.

Material necessário 

  • Cartolina e pincéis atômicos.
  • Revistas
  • Jornais
  • Anúncios
  • Livros didáticos antigos

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Entrega de um texto aos alunos, da internet, revistas, jornais e livros. Que contém várias palavras do estrangeirismo, pedir que os próprios alunos leiam, e ao final, pedir que eles identifiquem as palavras que são do estrangeirismo.

Fazer uma “brainstorm” no quadro com essas palavras do texto. Pedir aos alunos que citem mais palavras que eles conhecem, de jogos, da internet.

Uso de uma folha contendo vários exemplos do estrangeirismo e ir discutindo com os alunos um a um. Usar charges, fotos, figuras, etc. Discussão do tipo, onde são usadas essas palavras, em que contextos? (internet? Alimentos? Musica? Informática? Etc...)

Verifique as expressões que os alunos conhecem em inglês. Pergunte se eles vão ao shopping. O que significa essa palavra? E, no computador, que palavras surgem? Peça que os alunos façam uma lista de estrangeirismos do dia-a-dia. Escreva no quadro os termos e pronuncie-os com a classe.

2ª etapa 

Atividade: A sala se divide em dois grupos, cada grupo terá que montar uma cartolina com os estrangeirismos, cada estrangeirismo em suas categorias, as palavras estarão dobradas, será entregue várias palavras para cada grupo, e eles terão que ver se a palavra é de língua estrangeira usada no português e colar cada uma na sua determinada categoria. Os alunos podem dar outros exemplos fora o que nós demos.

Avaliação 

Registre a evolução de cada aluno, obervando a participação na pesquisa das palavras, na montagem do painel e na pronúncia. Confira se os que já estudam inglês seguem motivados.

Créditos: Edileusa Andrade de Carvalho Formação: Professora de Língua Inglesa da EMEF Presidente Kennedy, em São Paulo Créditos: Celina Fernandes Formação: Consultora de Língua Estrangeira

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