Culturas do litoral do Paraná

POR:
professor

Objetivo(s) 

- Criação de movimentos.
- Conhecer a cultura de outros povos.

Conteúdo(s) 

- Movimento.
- Tradições culturais da região.

 

Ano(s) 

Creche, Pré-escola

Tempo estimado 

Uma semana

Material necessário 

Cartolina, giz de cera, máquina fotográfica;

DVD sobre as culturas presentes no litoral

Livros ilustrados sobre historias, lendas e outros ligados a cultura local

Fotografias, músicas tradicionais da cultura caiçara, vídeos e textos sobre as culturas presentes.

 

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Mostrar às crianças as fotos e os vídeos de uma dança caiçara e perguntar se elas conhecem a dança, as músicas e os movimentos. Montar um cartaz para registrar os comentários, dividindo-o em "O que já sabemos" e "O que não sabemos sobre as danças tipicas".

2ª etapa 

Convidar a turma para dançar em roda com as músicas folclóricas 

3ª etapa 

Ler os textos sobre as diferentes culturas de forma bem ilustrativa e interessante e completar o cartaz com novas informações.

4ª etapa 

Propor dançar mais uma musica. Avisar que vou fotografar para depois montar juntos um mural de imagens sobre os movimentos realizados

5ª etapa 

Oferecer giz de cera para que todos desenhem uma roda de dança. Colocar as produções junto ao cartaz. Mostrar as fotos ao grupo e juntos selecionem as que retratam movimentos tipicos. Criar as legendas para as imagens.

6ª etapa 

Ler para os pequenos os livro sobre as diferentes culturas . Se possível, convidar um especialista em danças tipicas para ensiná-las a eles. Fotografar as vivências. Pedir que desenhem essas danças também.

7ª etapa 

Depois de todos apreciarem os desenhos, expor eles e criar as legendas para as novas fotos.

8ª etapa 

Conversar sobre oque eles acharam da aulas e se gostaram.

Avaliação 

Analise se os pequenos criam movimentos nas rodas e se percebem que podem ocupar o espaço de diversas maneiras.

Flexibilização 

Para que alunos com deficiência nos membros inferiores possam participar desta atividade, oriente as crianças para que atentem a outros aspectos da ciranda, como as roupas, a música e a cultura pernambucana. Deste modo, todos os alunos, em especial os cadeirantes, vão conseguir encontrar outros significados importantes para o trabalho. Durante a roda, o aluno com deficiência pode ajudar na marcação de ritmo ou dar um sinal combinado com a turma para marcar a mudança de passo. Se a coreografia permitir, ele pode ficar no meio da roda, segurando um estandarte ou outro objeto importante para a ciranda, ao mesmo tempo em que é guiado por outro aluno. É importante que o cadeirante movimente-se, saia do lugar ou dê uma volta em torno da roda, por exemplo. Isso faz com que assuma um papel importante na atividade. Caso ele não possa dançar, convide-o para que reúna algumas informações novas, que não estão no vídeo a respeito da ciranda pernambucana. Reserve um espaço na rotina para que ele apresente sua pesquisa aos colegas. Outra alternativa é fazer do cadeirante o fotógrafo das cirandas, sob a sua orientação. Assim, ele deixa o papel da criança que sempre precisa de ajuda, para ocupar um posto importante, de quem tem algo a oferecer à turma. Na confecção do cartaz sobre a ciranda, estimule o aluno com deficiência para que ele seja o responsável pela organização das informações descobertas pelas crianças. Ainda que ele não seja capaz de escrever, ajude-o. Não se esqueça de ler, ao final, tudo o que foi anotado. A fixação dos desenhos e cartazes deve ser acessível ao aluno. Certifique-se, também, de que o espaço para a realização das rodas seja seguro e com rampas. Faça adaptações no espaço para facilitar a mobilidade, caso seja necessário.

Deficiências 

Física

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