Conhecendo os seres vivos para os entendermos

POR:
professor

Objetivo(s) 

Alçancar a compreensão de que cada ser vivo tem de usa grande importância para o meio em que vive apesar de suas destinções.

Conteúdo(s) 

Caracterização de seres vivos

Ano(s) 

Tempo estimado 

4 horas

Material necessário 

  • Quadro Branco;
  • Piloto
  • Folhas A4
  • Lápis;
  • Lápis coloridos.

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Comeca-se perguntando aos alunos quais seres vivos que eles encontram na sala de aula, posteriormente os que eles vêem durante o caminho de casa até a sala de aula. Qual é a diferença entre eles? Peça que todos registrem suas ideias no caderno. Em seguida, é anotado no quadro as principais.
 

2ª etapa 

Explique que, para chegar a uma definição de ser vivo, os pesquisadores observaram - e ainda observam - o que ocorre na natureza. Assim como os cientistas, os estudantes também vão coletar informações sobre os elementos que a compõem e acabam percebendo que cada ser vivo tem sua função de grandeza inigualável para com o meio em que os mesmos vivem. Então, proponh-se o seguinte experimento partindo do que já anotado até o momento:

No caso de terem falado de seres vivos que identificação como "pragas" (moscas, muriçoca), como também de sapos, pode-se se fazer a correlação com a cadeia alimentar, ou como també, no caso de borboletas que tem  sua função de polimerizar as flores. E assim por diante.

3ª etapa 

Após explanação sobre as funções dos seres vivos que foi comentado, nesse momento os alunos falaram sobre como é em suas casas, como cada um realiza alguma função, como mãe pode cozinhar, o pai trabalha fora para trazer suplementos, os irmão inclusive ele auxiliar nas tarfeas com os pais. Partindo disse eles deverão desenhar ou escrever o que foi dito até o momento, ressaltando a importância de cada ser vivos do nosso dia-a-dia e se existe algum que para ele não tem muita importância e que não chama atenção.

4ª etapa 

Após anotações teminadas, todos em debate informal eles comentam sobre o que cada fez e então podendo assim ser relacionado ao início do ciclo da vida com as diferenças de função de cada apesarem de serem seres vivos e têm uma trajetória vida.

5ª etapa 

Utilizando livros e pesquisas em sites, ainda se pede que os alunos leiam uma definição tradicional de ser vivo (organismo que "nasce, cresce, se reproduz e morre") como também quais as funções de cada uma a cada momento de suas vidas. Com o apoio da leitura, discute-se com a turma como eles ocorrem em animais e vegetais.

Avaliação 

No final da aula pede-se que cada explanem o que foi de fácil compreensão sobre o assunto do dia, como também os que não ficam tão claros, podendo assim já os que entederam possam interferir a qualquer momento. Fica a perceber sobre os seres vivos, suas funções e o seu ciclo de vida.

Flexibilização 

Pense em um aluno com deficiência visual que está aprendendo o braile, já iniciou o aprendizado, mas ainda não tem ritmo ou muitas habilidades para trabalhar com a máquina de escrever na classe. Na 1ª etapa, o professor propõe a participação oral de todos os alunos. Observe que ao direcionar a palavra ao aluno cego deve falar seu nome - uma prática que deve tornar-se habitual em classe. Lembre que ele não vê a comunicação gestual ou corporal. No momento de registro, proponha duplas para que um colega sirva como escriba. Quando fizer o quadro com as principais respostas, sempre leia o que escreve para que o aluno cego participe. Se houver parceria com o AEE, esse quadro poderá ser transcrito em braile para que o aluno tenha o material e possa aprimorar o exercício com a escrita em braile. Para a 2ª etapa, a "observação" pode ser tátil. Providencie potes maiores para a entrada da mão e peça que o aluno traga em braile os números e nomes de identificação dos potes, se for individual. Se essa construção, dos potes, for coletiva, use também o exercício de descrição do que está acontecendo. As crianças vão contando, ele ouve e todos ganham habilidades. Para o registro das hipóteses e das observações ele pode usar um gravador. Se for o caso, no AEE ele pode transcrever em braile. O mesmo vale para os relatórios semanal e final. Quanto ao diário, existem desenhos em braile, mas não podemos generalizar as habilidades ou os materiais disponíveis. A orientação é para que o professor investigue as habilidades e use os recursos disponíveis. A escola deve ter dicionário e livros para pesquisa em áudio ou braile. Uma sugestão é pesquisar acervo de distribuição no portal do MEC, além de instituições e bibliotecas públicas da cidade. Lembre-se, também, que o tempo para elaboração da escrita ou da transcrição pode ser maior. Por isso, é fundamental combinar prazos que possibilitem a atividade no AEE ou a colaboração da família do aluno com deficiência visual.

Deficiências 

Visual

Créditos: Felipe A. P. L. Costa Formação: Biólogo e assessor científico do Parque da Ciência da Universidade Federal de Viçosa (UFV) Créditos: Daniela Alonso Formação: Psicopedagoga e Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 na categoria Inclusão

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