Como retratar a Segunda Guerra Mundial e a perseguição aos judeus com "A Lista de Schindler"

POR:
novaescola

Objetivo(s) 

Descrever a concepção segregacionista e a intolerância presentes no nazismo e formas de segregação. Demonstrar como o racismo serviu como justificativa para o genocídio de povos e como legitimação da guerra.

Conteúdo(s) 

Segunda Guerra Mundial e nazismo.

Ano(s) 

6º, 7º, 8º, 9º

Material necessário 

Cenas dos campos de concentração e das câmaras de gás (44m54s a 55m07s; 1h13m42s a 1h17m02s; 1h26m00s a 1h31m58s; 1h45m59s a 1h49m30s), em Cracóvia, na Polônia. Também nas cenas de perseguição e prisão nas cidades (56m44s a 1h13m14s).

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Introdução
A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito armado da história da humanidade. Ciganos, comunistas, homossexuais e, sobretudo, judeus foram exterminados em campos de concentração nazistas. Uma pequena parte desse povo, no entanto, pôde chegar com vida ao fim da guerra graças ao empresário alemão Oskar Schindler, que empregou 1,2 mil trabalhadores judeus em sua fábrica na Polônia ocupada. "O filme trata da questão da guerra, da segregaçãoe do aprisionamento em campos de concentração", enumera o professor Juliano Custódio Sobrinho, da Universidade Nove de Julho (Uninove).

Exiba as cenas e solicite que os alunos as analisem e as relacionem com o que foi estudado sobre a Segunda Guerra Mundial. Fale sobre os povos e grupos afetados pelo nazismo, por exemplo, militantes de esquerda homossexuais, ciganos e judeus. Cite também as formas de segregação, como guetos, campos de concentração, obrigatoriedade de portar símbolos de identificação e marcas nas fachadas das casas. Organize um debate sobre as implicações sociais, econômicas e psicológicas do grande conflito mundial e leve a turma a associar a intolerância e o nazismo com base no que assistiram.

Avaliação 

Observe a participação dos alunos no debate e se eles estabelecem relações entre o que assistiram no filme e que foi estudado sobre Segunda Guerra Mundial e nazismo.

Créditos: Juliano Custódio Sobrinho Formação: professor da Universidade Nove de Julho (Uninove)

Compartilhe este conteúdo: