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Visite a cela onde Nelson Mandela ficou preso por 18 anos

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NOVA ESCOLA

Google lança tour virtual na ilha Robben, na África do Sul, para celebrar o Dia da Liberdade

Library of the London School of Economics and Political Science/ Wikimedia Commons

Em 27 de abril de 1994, Nelson Mandela (1918-2013) se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul, na primeira eleição democrática do país pós-Apartheid.

Para celebrar o 21º aniversário da data, conhecida naquele país como Dia da Liberdade, o Google disponibilizou um tour virtual pela ilha Robben, onde fica o presídio de segurança máxima em que Mandela e outros opositores do regime segregacionista ficaram presos por anos a fio. O projeto foi feito em parceria com o Museu de Robben Island e o Centro de Memória Nelson Mandela.

Guiado por Vusumsi Mcongo, ex-preso político que também cumpriu pena na ilha, o tour começa no porto e segue para a prisão, onde visitamos diferentes seções, como a entrada, a sala de censura (todas as cartas eram lidas antes de serem entregues aos presos e qualquer trecho considerado indesejável era cortado), a enfermaria, os campos de trabalho forçado, entre outros. O ambiente que mais chama atenção é a cela 466/64, de apenas quatro metros quadrados, em que Mandela passou 18 dos 27 anos que ficou preso.

Cela em que Mandela ficou quase 20 anos preso na ilha de Robben. Crédito: Reprodução/Google Street View

Com fotos, vídeos e textos informativos, o tour digital é uma rica experiência para trabalhar conteúdos como o Apartheid e a luta pela igualdade racial. No lançamento do projeto, Ahmed Kathrada, ex-preso político e amigo de Mandela, disse que uma das coisas mais difíceis de suportar durante os 20 anos em que esteve recluso foi não poder ver nem interagir com crianças: “Há uma justiça poética no fato de que agora crianças de salas de aula do mundo inteiro podem visitar este lugar usando a tecnologia”.

Clique aqui para fazer o tour.

Não é a primeira vez que o Google se envolve em um projeto com o Centro de Memória Nelson Mandela. Juntos, eles digitalizaram um acervo que inclui as correspondências de Mandela, fotos, rascunhos, vídeos e textos sobre sua vida.

Também vale o seu clique: http://archive.nelsonmandela.org/home

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