Aprender... para ensinar

Depois do trabalho de universalização do acesso à escola, o foco agora está na qualificação do professor

POR:
Priscila Ramalho

Pense na educação brasileira como uma peça de teatro ou o roteiro de um filme. Em cartaz há muitos anos, essa história começou a mudar nos últimos anos, certo?

? o texto foi reformulado, com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais;
? mais atores, no caso crianças, entraram em cena graças à política de universalização do acesso à escola;
? o papel das escolas e dos municípios ganhou importância, com a autonomia para gerir o sistema educacional garantida pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB);
? termos como ética, cidadania, interdisciplinaridade e contextualização, entre tantos outros, foram incorporados aos diálogos;
? e a platéia, no caso a sociedade, passou a se mostrar cada vez mais participativa e interessada nos rumos do "espetáculo".

Faltava, no entanto, mexer no personagem principal, o professor. Faltava. Hoje, o que está em jogo é brigar por sua qualificação, lutar para que todos tenham acesso à informação e às novas tecnologias e garantir o aperfeiçoamento contínuo do seu trabalho. Em outras palavras, só se fala numa coisa: formação. "A prioridade daqui para a frente é a melhoria da qualidade do ensino, o que exige mais investimentos nos docentes", afirma o diretor do Departamento de Políticas da Educação Fundamental do Ministério da Educação, Walter Takemoto.

Como a LDB determina que todos precisarão de formação superior para lecionar, o tema ganha ainda mais importância. O raciocínio é simples. De nada adianta construir salas e enchê-las de crianças. Enquanto o ensino não for bom... E isso, é óbvio, tem tudo a ver com o que você, professor, aprendeu na escola, no curso de Magistério, na faculdade. Hoje, ninguém tem dúvidas de que há problemas de todos os tipos. Dezenas de instituições parecem preocupadas apenas em imprimir diplomas (quem nunca leu ou ouviu uma denúncia de irregularidade que lance o primeiro pedaço de giz). Outras tantas não conseguem atender às necessidades e aos anseios dos estudantes.

Enquete realizada em abril pelo Site do Professor mostrou que 85% dos participantes estão insatisfeitos com a formação oferecida pelas universidades. "O educador capaz de fazer a reforma proposta pela LDB ainda não existe, porque as faculdades não dão a ele a qualificação adequada", avalia João Cardoso Palma Filho, chefe do Departamento de Artes Cênicas, Educação e Fundamentos da Comunicação da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Por tudo isso, sobram motivos para festejar as mudanças com o protagonista dessa história.

É justamente nessa direção que caminham as três principais ações em curso para melhorar o dia-a-dia do professor em sala de aula: a definição de diretrizes para os cursos de licenciatura, a criação de uma subcomissão na Câmara dos Deputados que se propõe a traçar estratégias de capacitação e os crescentes investimentos em programas de formação continuada. "Afinal, só o aprimoramento do fator humano permite produzir e transmitir qualidade", diz o sociólogo Pedro Demo, da Universidade de Brasília.

colaboraram Ferdinando Casagrande, de Porto Alegre,
e Juliana Fantossi

Indira, na faculdade, e lecionando: formação melhor garante salário conco vezes maior. Foto: Gilvan Barreto
Indira, na faculdade, e lecionando: formação melhor garante salário conco vezes maior. Foto: Gilvan Barreto

"Procuro sempre entrar na sala de aula com olhos de investigador: os alunos têm muito a nos revelar"

Indira Alves da Silva, 22 anos, busca segunda habilitação em Pedagogia

Teoria e prática

A mudança mais importante passa, sem dúvida, pelas faculdades e Escolas Normais. Há três anos, foram lançados os Referenciais para Formação de Professores. Ainda neste mês de maio, o Conselho Nacional de Educação (CNE) deve aprovar as diretrizes para as licenciaturas. "Pela primeira vez na história teremos uma política nacional para a formação dos profissionais da educação", ressalta Guiomar Namo de Mello, conselheira do CNE que participou da elaboração do parecer.

Uma questão crucial está em jogo: aliar as teorias com o melhor da prática pedagógica na sala de aula. "Só ensina quem aprende", resume Esther Grossi, presidente da recém-criada Subcomissão Permanente de Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Educação. A deputada federal (PT-RS) promete fazer uma análise das Escolas Normais, das faculdades e do Sistema de Avaliação do Ensino Básico, o Saeb. "Os resultados dessa pesquisa nos darão subsídios para traçar estratégias de ação e incentivar cursos de capacitação." Para atingir a excelência, no entanto, você também precisa se sentir responsável pela própria capacitação. "Mais importante que formar é formar-se", ensina o pesquisador português Antonio Nóvoa, o entrevistado deste mês no Fala, mestre! (no ar em 29 de maio).

Indira Alves da Silva é um bom exemplo disso. Em 1996, quando terminou o Magistério, ela percebeu que não estava pronta para assumir uma turma. "Eu não tinha idéia de como alfabetizar uma criança", reconhece. O que não a impediu de começar a lecionar. Em vez de entrar em pânico, ou prejudicar o aprendizado dos seus alunos com a própria insegurança, ela foi à luta. No ano seguinte, começou a cursar Pedagogia na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Angra dos Reis, a duas horas de sua casa, em Parati. Em outubro de 2000, ganhou a habilitação para ser professora de 1ª a 4ª série. Agora, escreve a monografia que vai lhe garantir o direito de trabalhar na supervisão, orientação e direção escolar.

Quer saber o que Indira ganha com tanto esforço?
Capacitação, é claro. E capacitação é sinônimo de realização profissional e dinheiro. Hoje, aos 22 anos, ela dá aulas na rede pública de Ubatuba, no litoral de São Paulo, e é coordenadora numa escola particular de Parati. Somando os dois salários, ganha cinco vezes mais do que quando estreou na profissão. "Ao investir no aprimoramento, fazemos um bem a nós mesmos", afirma. "Não podemos parar nunca. O Magistério é só o começo e a faculdade está longe de ser o ponto final." Tanto que a jovem mestra já planeja um curso de Inglês e outro de pós-graduação.

Vínculo com a realidade

Indira cresceu tanto na carreira porque, além de ser muito interessada e estudiosa, freqüenta uma das instituições mais antenadas com as mudanças propostas para o roteiro da educação brasileira. O currículo da UFF faz a integração entre os conteúdos das disciplinas (normalmente privilegiados nas licenciaturas) e os métodos de ensino (típicos das matérias de Pedagogia).

Como 70% dos matriculados já lecionam quando viram calouros, a universidade se preocupa em oferecer uma vantagem adicional: o vínculo com as escolas da região. Graças a isso, os estudantes podem "testar" em situações reais de sala de aula o que aprendem nos bancos do curso superior. "Nosso principal objetivo é fazer com que os alunos reflitam sobre seu trabalho nas escolas", afirma o coordenador, Luiz Carlos Manhães.

A integração entre as disciplinas move a comissão criada pela Universidade de São Paulo (USP) para elaborar um novo projeto para as licenciaturas. "Vamos mostrar que os diferentes saberes podem conversar", diz a vice-diretora da Faculdade de Educação, Sônia Penin. "É importante que o graduando vivencie a interdisciplinaridade que vai ter de aplicar com seus alunos."

Enquanto as universidades se reestruturam, o MEC investe na formação dos professores. Numa ponta, criou o Financiamento Estudantil (Fies), que permite custear até 70% do valor da mensalidade, para ampliar o acesso à universidade. Na outra, incluiu no Exame Nacional de Cursos, o Provão, as licenciaturas de Biologia, Física, Letras, Matemática e Química (em 2000) e a Pedagogia (este ano). Assim, mede a qualidade das faculdades que os futuros educadores estão freqüentando.

Ao mesmo tempo, cresce o interesse pelos cursos a distância. Por enquanto são apenas cinco as instituições autorizadas pelo ministério a oferecer essa modalidade: as universidades federais do Paraná, Pará, Mato Grosso e Ceará e a Universidade do Estado de Santa Catarina. Os cursos têm duração de três a quatro anos e o diploma tem a mesma validade de um obtido numa escola tradicional.

Em Sumidouro, a 235 quilômetros de Cuiabá, as irmãs Tânia Maria e Sandra Rossi fazem a licenciatura em Educação Básica a distância. Uma vez por semana, elas vão ao pólo regional, em Diamantino, a 50 quilômetros de casa. Lá, encontram os tutores da Universidade Federal de Mato Grosso, reúnem-se com os colegas da turma, assistem a vídeos pedagógicos e fazem provas. Durante a semana, estudam na fazenda onde moram.

"Procuro sempre entrar na sala de aula com olhos de investigador: os alunos têm muito a nos revelar"

Tânia

"Que desenvolva a capacidade de investigar, observar, analisar, teorizar, tirar conclusões e traçar ações"

Sônia Penin, vice-diretora da Faculdade de Educação da USP

"Que se conscientize de que todos podem aprender e de que isso se dá a partir da resolução de problemas"

Esther Grossi, educadora e deputada federal pelo PT do Rio Grande do Sul

"Que conheça a criança com a qual vai trabalhar e tenha uma boa visão da realidade e das questões atuais"

João Cardoso Palma Filho, da Universidade Estadual Paulista

"Que ajude os alunos a transformar a informação em conhecimento útil, prazeroso e produtivo"

Guiomar Namo de Mello, do Conselho Nacional de Educação

"Sempre que posível, discuto as experiências com os colegas, porque acredito que é um jeito de tomar maior consciência sobre as minhas ações"

Eliete Trabulsi de Oliveira, 34 anos estuda Matemática no Maranhão

"Nunca deixo de contemplar a vivência do aluno nos projetos "

Cleonice de Carvalho, 42 anos, foi à Alemanha expor seu trabalho premiado

"Desenvolvo jogo de cintura para lidar com as situações imprevistas "

Silvana Bonatto, 27 anos, faz cursos de capacitação no Paraná

E você, que está dentro das regras para lecionar, mas não se sente 100% seguro em classe? Acha que aprendeu muita coisa de um jeito errado? Quer investir num diploma universitário? Saiba que sempre é tempo de corrigir uma formação deficiente. Como diz Sônia Penin, da USP, "é no exercício da profissão que o educador mais precisa de alguém para orientá-lo". A Fundação Universidade do Tocantins criou, a pedido da Secretaria de Educação do Estado, um Curso Normal Superior especialmente voltado para os professores da rede. Com isso, quem tem só o Magistério pode se adequar às novas exigências da LDB. E quem fez uma faculdade ruim ganha a chance de melhorar.

Em São Paulo, a secretaria também fechou acordos com a USP, a Unesp, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC) para oferecer gratuitamente o Normal Superior a 12000 docentes. "Teremos um curso voltado para a prática", diz a coordenadora do programa, Vera Wey. Segundo ela, outras mídias, como vídeo e internet, estarão presentes. "Se queremos que o professor use esses instrumentos em aula, é preciso que aprenda com eles." Ou seja, a chave é aprender para ensinar.

Cleonice de Carvalho, que leciona na rede municipal da capital gaúcha, levou a sério essa lição. Em 1999, ela participou de uma capacitação oferecida pela secretaria municipal em conjunto com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O objetivo era aprender a usar o Atlas Ambiental de Porto Alegre, que seria distribuído às escolas. "Durante o trabalho, vi a possibilidade de implantar um projeto, coisa que sempre sonhara fazer", lembra ela.

O sucesso do projeto foi tal que deu um novo rumo à carreira da professora. Graças à melhora no desempenho dos alunos, ela recebeu um verdadeiro prêmio: um convite para mostrar as atividades com o Atlas na Feira Internacional de Hannover, na Alemanha. "A viagem é a prova concreta da importância do aperfeiçoamento contínuo", diz. A exemplo do que aconteceu com Indira, Cleonice acabou picada pelo "bicho do estudo" e não quer mais parar. No segundo semestre, ela começa o mestrado em Educação Ambiental. "Aprender me fez sentir mais confiante. A confiança permitiu que eu trabalhasse melhor e fosse reconhecida. O reconhecimento me leva a querer aprender mais. É um círculo virtuoso."

Até experiências bem-sucedidas, como a de Faxinal do Céu, no interior do Paraná, estão revendo alguns conceitos. Depois de cinco anos oferecendo cursos com duração de uma semana, a Secretaria Estadual de Educação aposta agora em módulos mais longos, parte presenciais e parte a distância. "O novo modelo nos mantém ligados ao assunto por mais tempo", elogia Silvana Bonatto, de 27 anos. Em sua segunda experiência na "Universidade do Professor", ela estuda A Matemática Contextualizada. 

Nesse campo, da educação continuada, o maior investimento é feito pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Para 2001, o orçamento para atividades desse tipo é de 46 milhões de reais ? no ano passado, foram 32,5 milhões de reais. A maior fatia do bolo fica com os Parâmetros em Ação. Criado há dois anos, o programa se consolidou como espaço de encontro e discussão.

Foi nos Parâmetros que Eliete Trabulsi de Oliveira descobriu o gosto pelo estudo. Natural de Vargem Grande, no interior do Maranhão, ela concluiu o supletivo do Ensino Médio aos 25 anos e hoje, aos 34, faz licenciatura em Matemática. "Estou conseguindo uma formação melhor para mim e para os meus alunos", comemora. Nas reuniões, a professora adquiriu um novo hábito: refletir sobre sua prática, escrevendo expectativas, dúvidas e conclusões num diário. Numa dessas páginas, registrou: "Hoje me sinto renovada e participativa. Entendo o sentido e a importância de ser educadora". Eliete está credenciada a subir ao palco da nova educação brasileira e desempenhar, cada vez melhor, seu papel.

O mestre do novo milênio

Hoje, espera-se que você seja capaz de...

? contextualizar os conteúdos e articulá-los nas diferentes disciplinas;
? diversificar as atividades, utilizando novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
? dominar tecnologias que facilitem a aprendizagem dos alunos;
? acolher e respeitar a diversidade, utilizando-a para enriquecer as aulas;
? gerir a classe e lidar com o imprevisto;
? realizar uma auto-avaliação periódica, refletindo sobre a própria prática;
? administrar seu desenvolvimento profissional criando planos de estudo e trabalho;
? envolver-se nas questões da escola, desempenhando outras funções além das tradicionais de sala de aula;
? estabelecer uma parceria constante com os pais e a comunidade;
? organizar, analisar e selecionar as informações que recebe diariamente;
? trabalhar em equipe com os outros professores; 
? enfrentar os dilemas éticos da profissão;
? desenvolver projetos com a turma, tendo como ponto de partida a realidade locaL.

O que diz a legislação

Como fica a formação inicial dos professores

Desde a publicação da LDB, em 1996, diversos outros decretos e resoluções passaram a tratar da formação dos professores. A seguir, respostas para algumas das dúvidas mais freqüentes.

O diploma é obrigatório?

Segundo a LDB, para ser professor é necessário fazer um curso de licenciatura plena em nível superior. Para o Magistério na Educação Infantil e nos quatro primeiros anos do Ensino Fundamental é admitida a formação em nível médio, na modalidade Normal. O parágrafo que diz que "até o fim da Década da Educação somente serão admitidos professores habilitados em nível superior" é uma disposição transitória, ou seja, deve ser entendida como uma meta a ser atingida pelos sistemas de ensino.

Vou prestar vestibular. Que curso fazer?

Para lecionar na Educação Infantil e nos quatro anos iniciais do Ensino Fundamental, o Curso Normal Superior; para ser professor de 5ª a 8ª série ou do Ensino Médio, a licenciatura plena na área escolhida. As instituições de ensino superior precisam de autorização do MEC ? inclusive os recém-criados Institutos Superiores de Educação ? para oferecer esses cursos.

O que são os Institutos Superiores de Educação?

São unidades acadêmicas ? isoladas ou incorporadas à estrutura universitária ? voltadas para a formação inicial, continuada e complementar de profissionais de Magistério. Podem oferecer todas as licenciaturas, inclusive o Curso Normal Superior, e programas de complementação pedagógica e pós-graduação.

O que muda nas licenciaturas?

O decreto 3276/99 estabelece que elas devem ter uma base comum e um currículo norteado por competências e fundamentado na associação entre teoria e prática. As faculdades precisam, para isso, criar vínculos com os sistemas de ensino, participando do dia-a-dia das escolas e usando-as como objeto de estudo.

E quem já está em exercício?

Nada muda para quem é efetivo. Os que pretendem prestar concurso público, no entanto, devem ficar atentos. As redes de ensino podem exigir o diploma de todos os candidatos, inclusive para quem disputa vaga de professor de 1ª a 4ª série.

A polêmica da Pedagogia

O decreto 3276/99, que dizia que a formação em nível superior de professores para a Educação Infantil e para os quatro anos iniciais do Ensino Fundamental seria feita exclusivamente nos Cursos Normais Superiores, foi modificado no ano passado. O Decreto 3554/00 troca o termo "exclusivamente" por "preferencialmente". O curso de Pedagogia, assim, continuará existindo, mas será voltado principalmente para as áreas de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

O caminho das pedras

Roteiro para melhorar o dia-a-dia de trabalho

 ? Faça uma auto-análise e identifique suas deficiências. É a melhor maneira de saber em que direção canalizar esforços.
? Fique atento aos programas oferecidos pelas faculdades de sua região e pelas secretarias de Educação do Estado e do município.
? Enriqueça sua base teórica lendo livros, jornais e revistas, freqüentando bibliotecas e participando de cursos, seminários e palestras. Nesses eventos, você terá a chance de conhecer especialistas e suas idéias.
? Reúna-se semanalmente com os colegas para trocar experiências. É assim que você encontra respostas para suas dificuldades e percebe onde está agindo certo.
? Escreva suas idéias. Isso ajuda a refletir sobre elas.
? Mobilize a escola para reivindicar, junto ao poder público, condições para garantir o processo contínuo de aperfeiçoamento profissional de todo o corpo docente.

Quer saber mais?

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Av. da Universidade, 308, CEP 05508-900, São Paulo, SP, tel. (11) 3818-3524

Fundação Universidade do Tocantins, qd. Arse 13, conj. L, lote 3, al. 11, s/nº, CEP 77123-360, Palmas, TO, tel. (63) 218-2970

Núcleo de Educação Aberta e a Distância da Universidade Federal de Mato Grosso, Av. Fernando Corrêa, s/nº, CEP 78060-900, Cuiabá, MT, tel. (65) 615-8438, internet: www.nead.ufmt.br

Parâmetros em Ação, tel. 0800-616161

Universidade do Professor (Faxinal do Céu), Av. Água Verde, 2140, CEP 80240-900, Curitiba, PR, tel. (41) 340-1789

Universidade Federal Fluminense ? Campus de Angra dos Reis, Estr. Angra-Getulândia, 2920, CEP 23900-000, Angra dos Reis, RJ, tel. (24) 3365-1642

INTERNET
Financiamento Estudantil (FIES), http://portal.mec.gov.br/sesu

Universidade Virtual Pública do Brasil (Unirede), www.unirede.br

Conselho Nacional de Educação, www.mec.gov.br/cne

BIBLIOGRAFIA
ABC: Iniciação à Competência Reconstrutiva do Professor Básico, Pedro Demo, 216 págs., Ed. Papirus, tel. (19) 3272-4500, 26 reais

Legislação Educacional Brasileira, Carlos Roberto Jamil Cury, 117 págs., Ed. DP&A, tel. (21) 232-1768, 12 reais 

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