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QUEDA DAS BOLSAS Consequência comum das crises que eclodiram em 1929 e em 2008. Foto: Rischgitz/Getty Images
QUEDA DAS BOLSAS Consequência comum das crises que eclodiram em 1929 e em 2008

A principal diferença diz respeito à causa das recessões. Em 1929, a economia norte-americana apresentava um ritmo de crescimento intenso e a produção extrapolava a capacidade de absorção pelo mercado interno. A saída foi incrementar as exportações.

Com a retomada da produção europeia e a competição no mercado externo, os EUA foram obrigados a desacelerar, o que levou à crise. Em 2008, ao notar uma diminuição do ritmo de crescimento do país, o governo, por intermédio do FED (o Banco Central dos EUA), reduziu a taxa de juros e incentivou a ampliação do crédito. Os bancos se tornaram menos rigorosos na concessão de empréstimos e os bens imobiliários sofreram uma supervalorização. A inflação aumentou e o FED corrigiu a taxa de juros, o que provocou inadimplência.

As consequências de ambas são semelhantes e incluem a queda nas bolsas, o aumento do desemprego e prejuízos para os investidores externos.


Consultoria Ricardo Pereira Cabral, professor de História da Universidade Gama Filho (UGF).

Pergunta enviada por Wirllana Araújo, Acarau, CE

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