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Consciência negra: formação em História da África

por:
EM
Elisa Meirelles
CC
Camila Camilo

Lizana, Conceição e Mônica, professoras da EMEF João Calmon, em Vitória

 

Novembro é o mês da consciência negra. Boa oportunidade para contar a história de um trio de educadoras de Vitória que colocou em prática a Lei 10.639 - que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas. A pedagoga Conceição Alves e as professoras Mônica Forde, de Língua Portuguesa, e Lizana Campos, de Arte, trabalham juntas na EMEF João Calmon. Durante um ano e meio, elas participaram de um curso de pós-graduação em História da África oferecido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) com financiamento do programa Uniafro, do Ministério da Educação (MEC). Com base nos conhecimentos que adquiriram, elas criaram um projeto para os alunos do 1º ano, turma em que Conceição leciona. As três uniram suas especialidades em atividades de leitura, discussões e oficinas. A ideia era trabalhar com os pequenos o reconhecimento da própria identidade e a desconstrução de estereótipos sobre o continente africano. O projeto contou até com a criação de uma banda de gongo, realizada com a ajuda do professor de Educação Física. "Descobri muita coisa e passei a trabalhar de um jeito diferente. A formação ajudou a ensinar os alunos a valorizar a população negra", explica Conceição. Em 2012, o Uniafro entra para o catálogo de cursos permanentes do MEC. Informe-se em mec.gov.br.

 

Educação a distância 
Como saber se um curso não presencial é confiável? Posso prestar concurso com essa formação?

Pergunta enviada por Aline Diana Alvez, São Paulo, SP

Para verificar se vale a pena se matricular em um curso de Educação a distância, é importante checar neste site se a instituição é reconhecida pelo MEC. Além disso, recomenda-se analisar a qualificação de professores e tutores que vão ministrar as aulas, a qualidade do material didático e se os polos presenciais têm a estrutura necessária. A professora Alda Luiza Carlini, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), explica que uma graduação a distância em instituições credenciadas vale tanto quanto uma presencial. O estudante que se forma em um curso de EAD pode fazer tudo o que exija o diploma, como prestar concurso público.

 

6,1 milhões

É o número de professores necessários no mundo para universalizar a Educação. 

Fonte Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)

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