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Jornalismo

Terrorismo. Imagens: AFP Photo/Banaras Khan - AFP Photo/Ho/Site Intelligence Group
Terrorismo Simpatizantes de Bin Laden e o egípcio Al-Zawahiri, seu sucessor

Se tivesse ocorrido até o fim da década de 1990, a morte de Osama bin Laden (1957-2011) poderia ter representado o fim da organização. Àquela altura, o fundador da Al Qaeda decidia cada atentado. Em 1988, por exemplo, foi ele quem arquitetou os ataques às embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia. De lá para cá, entretanto, o grupo se expandiu em escala global e virou uma rede sem linha de comando definida. Hoje, as ações não dependem de decisões centralizadas, mas de iniciativas locais. Mesmo assim, Bin Laden era tido como fonte de inspiração. Foi por isso que, ao matá-lo, os norte-americanos decidiram jogar o corpo ao mar, na tentativa de evitar que se tornasse mais um mártir do fundamentalismo islâmico. Os analistas duvidam que um substituto (como seu imediato, o egípcio Ayman al-Zawahiri) seja capaz de assumir o mesmo papel. Mas acreditam que a Al Qaeda continuará praticando atos terroristas.


Consultoria José Guilhon, professor de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).

Pergunta enviada por João Pedro Baptista, Pirinópolis, GO

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