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Jornalismo

A linguagem de NOVA ESCOLA

Nosso objetivo é estabelecer conexão, proximidade e confiança.

Por

10/11/2022

Nossa voz nos textos
Quando produzimos um texto - seja ele uma reportagem jornalística, um plano de aula ou um material de suporte para um curso -, nosso objetivo é nos aproximar de quem lê, estabelecendo com o leitor uma proximidade e confiança.
Um exercício útil para encontrar o tom certo de um texto é imaginar que a voz da NOVA ESCOLA é a de uma amiga e colega de trabalho da professora e do professor, capaz de entender os problemas e as alegrias da profissão, e de dialogar adequadamente com eles. Na maioria das situações, nosso comportamento é o de conselheira: somos a colega mais experiente, que tem sempre um repertório de boas práticas, a dica capaz de abrir um universo de soluções. Em outras, somos bons ouvintes: acolhemos as angústias e as dúvidas e contribuímos para a reflexão pessoal de quem fala.
E, como em toda conversa agradável entre amigos, o tom deve ser leve, ponderado, mas ao mesmo tempo sincero e objetivo - afinal, bons amigos sabem dizer coisas difíceis, mas necessárias, um para o outro, do jeito certo.
Todo o texto da NOVA ESCOLA deve ser produzido conforme a norma padrão e o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e alcançar uma forma simples, coloquial, objetiva e agradável.

Simples: nosso conteúdo precisa ser compreensível e didático para todos os educadores. Tenha, ainda, especial cuidado com a estrutura geral do texto, garantindo o encadeamento lógico entre os parágrafos. Tratar de um assunto por parágrafo, ou dividir os assuntos de um texto em blocos marcados por subtítulos ajuda a deixar o texto mais compreensível.
Nunca parta do pressuposto de que o leitor já conhece certos conceitos ou termos técnicos. Evite o uso de jargões e, sempre que houver a necessidade de utilizar expressões incomuns, explique-as no texto.
Coloquial: a aproximação da linguagem do texto ao uso cotidiano da língua ajuda a criar o efeito de proximidade que deve ser característico nas produções da NOVA ESCOLA. Prefira frases curtas e em ordem direta, que facilitam o entendimento e aproximam o texto de uma fala. Evitamos usar palavras rebuscadas e podemos nos referir ao professor e ao gestor como “você”, por que é para eles que escrevemos. Vale ressaltar, porém, que a busca da coloquialidade não se sobrepõe à correção gramatical, que toma por referência a norma padrão e o Novo Acordo Ortográfico.
Objetiva: educadores trabalham muito e têm pouco tempo. Por isso, o texto não deve ser excessivamente extenso, com remissões muito longas ou assuntos abrangentes demais. Pense em qual é a mensagem principal ou quais questões você deseja resolver e mantenha o foco.

Agradável: lançar perguntas para “puxar o assunto”, começar uma matéria a partir de um caso real, acrescentar pitadas de bom humor são algumas estratégias que podem ser usadas para deixar o texto mais leve.


Outros documentos para consulta: Manual de redação.


Desdobramentos no jornalismo
Práticas validadas e coerentes: Nossos conteúdos são validados por especialistas. Sempre que publicamos uma nova prática (um passo a passo ou um relato da prática de um professor, por exemplo), ela precisa ser antes validada por alguém da nossa equipe pedagógica ou um consultor da nossa lista de fontes.
Cobertura de temas quentes da área de Educação e políticas públicas: No passado, a NOVA ESCOLA cobria temas quentes ligados à Educação, tentando ser a primeira a registrar as novidades. Não fazemos mais isso, mas continuamos tendo um olhar cuidadoso para as políticas públicas e a maneira como elas impactam o trabalho do professor. Para orientar nosso trabalho nessa área, estabelecemos alguns combinados. Nossos conteúdos:

  • Possuem o objetivo de informar o professor e colaborar com a compreensão dele sobre a discussão de políticas públicas estruturantes (como Reforma do Ensino Médio, por exemplo) e não de noticiar o desenvolvimento de políticas públicas.
    Devem ter foco na prática dos professores e gestores e, portanto, fazer a ponte entre a política e boas práticas para a escola ou o educador.
    Evitam entrar em brigas teóricas, discussões técnicas e usar termos técnicos (ex. jurídicos) ou não disseminados entre o grande público (ex. literacia).
    Cobertura de atualidades: Nosso olhar para esses temas é do ponto de vista dos educadores. Devemos, portanto, sempre refletir se o assunto é relevante para o momento deles. Em caso positivo, devemos garantir que os conteúdos tenham foco na prática dos educadores, respondendo à pergunta: Como o professor pode trabalhar o tema de maneira significativa em sala de aula?


Design
O design sempre será guiado por nossas premissas de qualidade. Coerente em suas construções visuais, preza pela acessibilidade, diversidade cultural, étnica, biológica e social, contemplando todas as regiões brasileiras. Deve-se priorizar a comunicação de forma direta e simples, potencializando visualmente o conteúdo relacionado. Elaboração estética é consequência, e não objetivo. Está em nossas práticas essenciais a reavaliação constante das nossas entregas, de forma crítica, colaborativa e construtiva, com foco na evolução pautada sempre nas premissas pedagógicas e demais diretrizes norteadoras.

Produção gráfica e audiovisual
O design da NOVA ESCOLA não se aplica com intenção decorativa, se firma com propósito e dentro de uma mensagem. Assim, o design deve reforçar, exemplificar, complementar e/ou identificar os conteúdos da Associação, trabalhando sempre em conjunto com as demais áreas envolvidas, com foco na busca de harmonia (conteúdo e design), que torne a mensagem mais efetiva.

  • Direção criativa, identidade, pauta, briefing, coordenação, pesquisa e contratação de fornecedores, produção e entrega.

Ilustrações
A NOVA ESCOLA é um espaço aberto à experimentação gráfica e à variedade de estilos e vozes, contudo, toda tradução gráfica deve ser alinhada e validada tecnicamente para respeitar diretrizes básicas de acessibilidade e das premissas pedagógicas. O ideal criativo é compilar, condensar, informar, transmitir, estimular e motivar.
Fotografia
As fotos devem retratar a realidade cotidiana, preservando seu contexto com humanidade e leveza. Respeitamos os retratados e a diversidade étnica, racial e cultural da sociedade brasileira. Nossos protagonistas são pessoas comuns, ao passo que a Educação e a escola devem ser vistas como ambientes plurais, de acolhimento e de aprendizagem mútua. Os registros devem apresentar de forma simples e objetiva os temas das pautas abordadas. Reservamos espaço também para registros poéticos e subjetivos, desde que mantida a conexão com o tema, o conforto dos retratados e a espontaneidade das cenas. A prática fotográfica deve ser entendida como um olhar compartilhado pela/o fotógrafa/o e pela NOVA ESCOLA, trabalhando no registro e captura de instantes de realidade.

Outros documentos para consulta: Design System da ANE.

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