Adaptação do trabalho sobre marcadores temporais para crianças com deficiência

Conheça quais foram as adaptações propostas para os alunos com deficiência pelas professoras Rosiane Ribeiro Justino e Gabriela Maia Fischer, que lecionaram para o 2º e 3º anos em 2010 e 2011 na EM Prefeito Wittich Freitag, em Joinville, a 177 quilômetros de Florianópolis

POR:
Noêmia Lopes

Professora Rosiane Ribeiro Justino:

A turma de Rosiane tinha uma aluna com baixa visão. Para esse caso, a professora disponibilizava textos e atividades com tamanho de letra maior, e a garota usava caderno com linhas destacadas e maiores.

Professora Gabriela Maia Fischer:

Na turma de Gabriela, um dos alunos tinha paralisia cerebral leve. “Ele participou de todas as discussões coletivas e das mesmas atividades em duplas que o restante da turma, contando, para isso, com a mediação de uma professora auxiliar”, diz Gabriela. Para ajudá-lo na compreensão dos textos, elas utilizavam diversas estratégias conforme suas necessidades de aprendizado.

No início do trabalho, ele tinha grande dificuldade em recontar um fato oralmente, então usava imagens que o ajudavam a realizar o reconto. Aos poucos, ele conseguiu garantir que os principais acontecimentos do texto constassem em suas narrativas.

Por ter dificuldades motoras nas mãos, escrever textos longos era exaustivo. Por isso, ele participava das reescritas produzindo títulos ou trechos pequenos das histórias, como um parágrafo. Com o tempo, ditava para um colega escriba.

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