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Faltam para  

Paula Peres Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou com Educação antes mesmo de entrar na faculdade e foi educadora voluntária do Projeto Redigir por quatro anos. Nasceu no Capão Redondo, periferia de São Paulo, é feminista, pagodeira e tem sempre uma piada na ponta da língua. Gosta do cheiro de escola, café e pipoca.

Você acredita que é possível mudar?

Na newsletter de hoje falamos de mudança e como ela traz novas possibilidades

POR:
Soraia Yoshida

Tudo bom?

Outro dia estava vindo para Nova Escola, quando percebi que uma mulher estava lendo “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg. O simples fato de ver pessoas carregando ou lendo livros torna o meu dia melhor. E, nesse caso, eu me lembrei imediatamente do comentário de uma especialista em comportamento que costuma ver gente lendo esse livro logo pela manhã. “Será que elas acham que ler logo pela manhã vai ajudá-las a mudar seus hábitos?”.

Eu tenho uma crença firme de que todos podemos mudar. A decisão é nossa e dessa firmeza é que vem a abertura ao que é novo e diferente. Todos os dias, eu tento mudar pequenos hábitos para me tornar mais centrada, organizada, planejada – sem perder os momentos de caos que, ao menos no meu caso, disparam ideias que podem render bons frutos. Mas para os coordenadores pedagógicos e diretores, planejamento e organização são essenciais. E foi pensando neles que Laís Semis propôs um “festival de documentos” para baixar, que você vai encontrar a partir de segunda-feira (23/09) no site Nova Escola Gestão. Clique aqui para entender melhor como vai funcionar e faça o seu cadastro para baixar todos os documentos. É a chance de mudar de hábito e organizar sua vida na gestão escolar.

Outra coisa que pode mudar é a maneira com que olhamos para a inclusão. Ao propor atividades para as crianças, é possível fazer com que toda a turma compartilhe o mesmo momento. Essa é a proposta de três educadoras que criaram a roleta silábica, um material pedagógico para usar na alfabetização dos alunos do 2º ano. Veja como elas construíram esse recurso e como ele pode mudar a dinâmica na sala de aula

E para terminar a minha reflexão sobre mudança, lembrei desta entrevista que fiz com Jon Bergmann, professor de Química que ajudou a criar o método da sala de aula invertida. Ele mudou a maneira com que ensinava os alunos e conseguiu avançar na aprendizagem. Leia a entrevista na íntegra.

Muito obrigado por este momento e um ótimo final de semana

Soraia Yoshida
Editora de Nova Escola e Nova Escola Gestão

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Guias