Suicídio: que comportamentos exigem atenção do educador?

Estar atento a alguns sinais pode ajudar na prevenção ao suicídio e no tratamento de questões que afetam a saúde mental, aponta a psicóloga Ana Carolina C. D'Agostini

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NOVA ESCOLA
A psicóloga Ana Carolina D'Agostini aponta os sinais aos quais professores e gestores devem estar atentos para fazer a prevenção ao suicídio e endereçar questões de saúde emocional na escola   Crédito: Nova Escola

Dentro da campanha Setembro Amarelo, NOVA ESCOLA está publicando uma série de conteúdos orientados para que professores e gestores possam endereçar da melhor maneira a conversa sobre o suicídio e como fazer a prevenção. Aqui, a psicóloga Ana Carolina C. D’Agostini responde à seguinte questão: que comportamentos das crianças ou adolescentes exigem atenção do educador?

É importante deixar claro que esses sinais não são a comprovação de que a criança ou jovem está com ideação suicida, ou seja, está pensando em se matar. O diagnóstico de ansiedade, depressão ou propensão ao suicídio deve ser feito somente por um profissional, mas esses sinais podem ajudar a auxiliar em situações que podem progredir e se tornar um risco. Casos de bullying e a sensação de não encontrar apoio podem levar a pessoa ao desespero. Da mesma forma, em casos de cutting (automutilação), a pessoa pode ter dificuldade para lidar com sentimentos como raiva, pressão ou aflição.

 

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