Paula Peres Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou com Educação antes mesmo de entrar na faculdade e foi educadora voluntária do Projeto Redigir por quatro anos. Nasceu no Capão Redondo, periferia de São Paulo, é feminista, pagodeira e tem sempre uma piada na ponta da língua. Gosta do cheiro de escola, café e pipoca.

Eu odeio planilha (mas elas salvam minha vida de vez em quando)

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Não tenho vergonha de admitir que durante uma boa parte da minha vida, eu sentia vontade de chorar toda vez que precisava montar uma planilha. “Devo ser muito incapaz porque isso não faz o menor sentido para mim”, dizia. Minha formação foi feita muito antes que os softwares se tornassem uma ferramenta do dia a dia. Mas aprender é um processo para a vida toda e todos os dias a gente pode aprender alguma coisa diferente se estiver aberto ao mundo.

No meu processo de aprendizado, as planilhas chegaram depois que eu já dominava os computadores. Hoje eu me viro, às vezes bato cabeça, mas sigo em frente. E imagino como seria diferente se tivesse uma professora como Débora Garofalo, que usa Excel para ensinar os alunos a fazer jogos e também a aprender mais sobre Educação Financeira. Nesta atividade, ela mostra como os alunos podem aprender regras básicas de como lidar com dinheiro ao criar um mercado em sala de aula. Veja aqui como fazer na sua escola.

Esse processo de aprendizado pessoal é muito diferente daquele que prega José Pacheco, um dos fundadores da Escola da Ponte e que fez do Projeto Âncora uma referência no Brasil. O Projeto Âncora não tem turmas, séries nem aulas planejadas. Os alunos é que dão o ritmo da aprendizagem ao desenvolver projetos, que são facilitados pelos professores. “Há muitas Finlândias no Brasil”, disse ele sobre a existência de boas escolas no país. Leia mais aqui para entender o que ele quer dizer.

Uma conversa difícil

Falar de suicídio não é fácil, mas é preciso encarar. O medo paralisa as pessoas e faz com que conversas importantes fiquem para amanhã, quem sabe eu vou conseguir? Só que quando falamos sobre suicídio, não dá para deixar para amanhã. A conversa tem que ser hoje, agora. Ana Carolina D’Agostini reforça a importância desse diálogo e como trabalhar habilidades socioemocionais na escola. Leia a reportagem na íntegra e aproveite para compartilhar com os colegas. É importante e eu vou agradecer muito.

Se quiser entender mais encontrar outros conteúdos como este, aqui vai o link.

Por hoje é isso. Que o final de semana traga novos aprendizados para a sua vida.



Soraia Yoshida

Editora do Jornalismo Nova Escola e Nova Escola Gestão

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