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Faltam para  

Paula Peres Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou com Educação antes mesmo de entrar na faculdade e foi educadora voluntária do Projeto Redigir por quatro anos. Nasceu no Capão Redondo, periferia de São Paulo, é feminista, pagodeira e tem sempre uma piada na ponta da língua. Gosta do cheiro de escola, café e pipoca.

Preciso confessar: professor não fotografa muito bem, não…

POR:
Paula Peres
Crédito: Duda Oliva

Olá!

Estou na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, acompanhando as discussões do Fórum de Educação. Ontem, entrevistei a lenda da Arte-Educação no Brasil, Ana Mae Barbosa. Vocês poderão conferir a entrevista assim que eu encontrar qual dos milhares de estandes deste evento vende um fone de ouvido (eu esqueci os meus), mas eu vim falar de outra coisa.

Quando eu estava conversando com Ana Mae, uma outra professora pediu para ela autografar o livro que tinha em mãos e me pediu para tirar uma foto das duas. Tirei e ouvi “nossa, você é uma ótima fotógrafa! Ficou muito boa!” Ao passo que a própria Ana Mae respondeu “mas é claro, ela é jornalista!” Bom, ela tem razão. Tirar fotos faz parte do meu trabalho.

Não me levem a mal, professores, mas após anos de experiência recebendo relatos e fotos de projetos pedagógicos, as evidências me dizem que, em matéria de fotografia, os docentes brasileiros podem melhorar bastante!

O lado bom é que este conteúdo traz dicas de como tirar melhores fotos não apenas para garantir uma selfie incrível com as pessoas que você admira, mas para melhorar a análise dos projetos que você faz em sala de aula. A reportagem fala também sobre o texto: como registrar somente os pontos mais importantes do desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes. Para entender o que a fotografia tem a ver com o registro de prática pedagógica, veja aqui.

Não basta registrar: tem que compartilhar

E o compartilhamento não precisa ser só nas redes sociais. A diretora Marlucia Brandão, de Marataízes (ES), conta neste texto em Nova Escola Gestão sobre um projeto que envolveu o intercâmbio de cartas entre alunos de duas escolas. Vale dar uma lida no relato de Marlucia e ver as potencialidades para a gestão, para os professores e para os alunos quando a escola se abre para interagir com outras realidades.

Um abraço,

Paula Peres

Repórter de NOVA ESCOLA

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