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Faltam para  

Quatro dicas para lidar com a ansiedade

Segundo pesquisas a ansiedade costuma ser mais alta entre professores. Veja estratégias para reduzir o problema

POR:
NOVA ESCOLA
Foto captura momento em que fósforo é riscado e as chamas começam, simbolizando ansiedade, burnout ou estresse
Foto: Getty Images

São dados da Organização Mundial da Saúde (OMS): a ansiedade atinge 18,6 milhões de brasileiros, o equivalente a 9,3% da população. E as mulheres sofrem mais: 7,7% são ansiosas, enquanto que, entre o público masculino, a porcentagem cai para 3,6%.

É cada vez mais difícil encontrar alguém que nunca tenha sentido preocupação ou expectativa excessiva, persistente e de difícil controle no trabalho, vida pessoal ou social.

E o problema parece se acentuar quando falamos dos professores. Segundo a educadora e escritora americana Jill Eulberg, pesquisas indicam que a ansiedade entre professores costuma ser mais alta que em profissionais de outras áreas. Os resultados de uma das pesquisas apontadas por Jill mostram que 61% dos professores reportaram que sua carreira é “sempre” ou “quase sempre” estressante, o dobro da taxa de outras profissões.

Mas existem estratégias que os professores podem adotar para reduzir a ansiedade.

- Exercícios de respiração e mindfulness (que inclui meditação): a ansiedade costuma ser causada pela preocupação excessiva com o futuro e essa prática auxilia a trazer o foco para o presente.

- Buscar um núcleo de apoio entre professores: a maioria desses profissionais não costuma compartilhar seus sentimentos relacionados à ansiedade. E, quando você guarda tudo para si, se torna uma bomba-relógio. Lembre-se que conversar pode reduzir a angústia e te dar novos ângulos sobre os problemas.

- Identificar quais são as coisas que te fazem bem: exercícios físicos e atividades de lazer, por exemplo. E então é preciso delimitar um tempo específico na agenda para incluir estas atividades.

- Psicoterapia: em suas diversas modalidades, é ótima alternativa para que o indivíduo manifeste os sentimentos que trazem angústia, discuta suas crenças negativas e atribua o peso e a dimensão adequados aos seus desafios.

É claro que, quando a ansiedade se torna crônica e a pessoa sente que perdeu o controle das emoções, pode ser necessário o uso de medicações (ansiolíticos e antidepressivos) que devem sempre ser receitados e acompanhados por um médico psiquiatra.

Quer saber mais sobre ansiedade e como reduzir o problema? Clique aqui e veja nossa reportagem completa.

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