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100 dias de governo Bolsonaro: quem foi e quem ficou no MEC

Após confusões em editais, portarias e declarações polêmicas, MEC já trocou quatro de seus 11 chefes de secretarias, autarquias e ministério

POR:
Laís Semis
Equipe de secretários do Ministério da Educação posa para foto ao lado do ministro Ricardo Vélez Rodríguez em Brasília em janeiro. Dos 11 membros do alto escalão, quatro deixaram a pasta. Foto: Luis Fortes/MEC

Este conteúdo foi publicado às 11:50, em 10 de abril de 2019, antes do anúncio de Abraham Weintraub sobre novos secretários. Para conferir as últimas mudanças anunciadas pelo MEC, acesse aqui.

Os 100 primeiros dias do Ministério da Educação (MEC) de Jair Bolsonaro (PSL) foram marcados por confusões e muitas baixas. Em março, 18 pessoas foram exoneradas da pasta. Nas últimas três semanas, além de quatro funcionários do alto escalão, outros cargos-chave para o andamento de demandas educacionais também deixaram seus cargos – como é o caso de Paulo César Teixeira, que liderava a Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb), responsável pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Alfabetização na prática: qual é o melhor método? Alfabetização na prática: qual é o melhor método?

Veja a seguir a relação de quem saiu e quem ficou – incluindo ministro, secretários e presidentes de autarquias ligadas ao MEC – e a respectiva situação de cada um dos cargos neste 100º dia da gestão Bolsonaro:

A expectativa é de que mais mudanças aconteçam com a saída do ex-ministro Ricardo Vélez Rodríguez, sustituído por Abraham Weintraub. Uma das saídas mais especuladas é a do secretário-executivo, considerado o “braço-direito” do ministro e responsável por responder pela pasta no caso de impossibilidade temporária do ministro. Atualmente, o cargo é ocupado por Ricardo Machado Vieira, militar nomeado pelo próprio presidente. Alexandro Ferreira de Souza, Marco Antonio Faria e  Bernardo Goytacazes, ex-alunos de Vélez Rodríguez, também devem deixar os cargos, respectivamente, de secretário de Educação profissional e tecnológica; secretário de regulação e supervisão da Educação Superior e secretário de modalidades especiais de Educação Superior (saiba mais sobre essas mudanças clicando aqui).

Quer saber mais sobre alfabetização? Acesse aqui!

Relembre também os principais acontecimentos do primeiro trimestre do MEC em 2019:

Balanço dos primeiros 30 dias do governo Bolsonaro na Educação
Balanço do mês de fevereiro no MEC traz mais confusões
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