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Qual é a percepção dos brasileiros sobre a Aids?

Material de apoio: Apresentação

POR:
Paula Peres

Confira apresentação com principais dados da pesquisa Atitude Abril: Desinformação tem cura para usar em aula

Em 2014, mais de 15 mil entrevistados de todo o Brasil responderam a questões sobre sexo e Aids. O resultado foi divulgado em novembro no relatório da pesquisa Atitude Abril Aids: desinformação tem cura, realizado pelo movimento Atitude Abril, uma campanha da Editora Abril para a conscientização sobre a doença.

Os resultados apontam três perfis considerados de risco: os homens acima de 50 anos; as mulheres com mais de 30 anos e os jovens, de 16 a 24 anos. A reportagem "É preciso atitude contra a Aids" (VEJA 2399, 12 de novembro de 2014) explora esses perfis apontados na pesquisa.

Para Maria Helena Vilela, que colabora para o blog de sexualidade de NOVA ESCOLA, o avanço dos tratamentos da Aids podem ter gerado um sentimento de "falsa segurança" entre os jovens. "Hoje, como as pessoas podem viver com uma qualidade de vida melhor, mesmo com HIV, os jovens acabam não vendo a Aids acontecer, e isso pode levar a um afrouxamento na prevenção", diz. Ela também atenta para o papel da escola nessa conscientização. "Muitas vezes, as escolas falam de sexo e Aids sob um ponto de vista muito técnico, e os jovens estão sinalizando que só isso não é suficiente. Os professores precisam encontrar meios de descobrir quais são suas dúvidas, sobre o que eles querem conversar", alerta.

Para ajudar o professor a falar sobre Aids na sala de aula, NOVA ESCOLA preparou uma apresentação com os principais indicadores da pesquisa Atitude Abril: Desinformação tem cura. Veja abaixo:

 

 

 

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