Conheça vídeos de professores youtubers para usar em suas aulas

Foto: Reprodução

Na edição deste mês, a revista NOVA ESCOLA traz uma matéria (que você pode ler aqui) sobre alguns canais do YouTube que ensinam Química e Física usando uma linguagem descomplicada e divertida. A ideia é mostrar como a plataforma de vídeos pode ajudar você, professor, a melhorar sua prática em sala de aula, inovando na metodologia e nas ferramentas de trabalho.

As produções dos vloggers, como são chamados os apresentadores desses canais, se destacam pelas explicações em um tom que foge dos formalismos acadêmicos e se aproximam do público.

O interessante é que os vídeos podem ser apresentados aos estudantes de várias formas: como uma aula invertida, onde a turma assiste em casa um vídeo indicado por você antes de o conteúdo ser abordado em classe, como um complemento à explicação de conceitos e como um disparador para novas discussões.

Confira uma seleção com quatros canais que disponibilizam conteúdos de Matemática, História, Língua Portuguesa e Geografia vão te ajudar a dar um F5 na sua aula! E se você quiser ver conhecer outros canais é possível acessar o YouTube Edu, resultado de uma parceria entre a Fundação Lemann e o Google. Por lá, é possível encontrar vídeos-aulas categorizadas por ciclo de ensino e disciplina.

Matemática Rio

Comandado pelo matemático Rafael Procópio, o canal já soma mais de 398 mil e quase 23 milhões de visualizações! Desde 2010, o professor disponibiliza aulas sobre conteúdos que atendem desde estudantes do Ensino Fundamental a concurseiros. Acesse em: http://bit.ly/1M3OuJS.

Se liga nessa história

Há dois anos a dupla Walter Solla e Ary Neto se dividem entre conteúdo e produção para colocar no ar vídeo-aulas sobre os mais diversos conteúdos de História. Divertido, o canal traz os apresentadores vestidos como personagens, utiliza ícones gráficos e intervenções musicais. Ary é responsável pela produção visual, enquanto Walter que é professor, cuida do conteúdo que já foi assistido por mais de 137 mil pessoas. Acesse em: http://bit.ly/2brYfui.

Redação e Gramática Zica

Boa parte das dúvidas que surgem enquanto estamos escrevendo podem ser resolvidas no canal da professora Pamela Brandão. Com 117.486 inscritos e há três anos no ar, a especialista em gramática e redação traz vídeos com temas que vão desde do uso da pequena e notória vírgula à complexa construção de uma conclusão de texto. Acesse em: http://bit.ly/26KhmDe.

Aula De

O canal é formado por um grupo de professores de diversas disciplinas, entre eles Gabryel Corrêa, um dos responsáveis pelos conteúdos de Geografia. No YouTube desde 2013, os vídeos do canal seguem uma linha mais “sala de aula”, e as explicações são ilustradas com lousa e canetão mesmo. Com mais de 50 milhões de cliques e 615 mil inscritos, o Aula De traz conteúdo novo sempre às terças, quarta e quintas-feiras. Acesse em: http://bit.ly/2boFinP.

Espero que gostem das sugestões! E, se tiverem outras, escrevam nos comentários.

Até a semana que vem,

Equipe Nova Escola


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Use o Google Forms para elaborar questionários e compilar dados e respostas

| Computador, Dica de aplicativo

Exemplo de formulário criado pelo professor Manuel Gomes Neto, da Emef Professor Lorenço Manoel Sparapan, em São Paulo. Imagem: Reprodução

Se você já respondeu alguma pesquisa pelo computador, muito provavelmente já conheceu o Google Forms. Basicamente, ele é um coletor de respostas que permite a qualquer pessoa criar formulários sobre qualquer assunto, de maneira gratuita. Por meio dessa ferramenta, é possível gerenciar as inscrições em um evento, realizar uma enquete rápida, montar um banco de arquivos de e-mails e por aí vai.

Não é difícil, portanto, chegar à conclusão de que na escola o Google Forms tem um grande potencial – algo que eu mesma tenho provado no meu dia a dia como diretora de escola.

Talvez a primeira ideia seja utilizá-lo para realizar provas online, em que os alunos responderiam as questões virtualmente. Mas há outras dezenas de usos. É possível consultar os alunos sobre os temas que gostariam de abordar na próxima Feira de Ciências, os professores acerca da disponibilidade de tempo para a montagem da grade horária e os pais em relação aos melhores horários e dias para as reuniões.

Realizar esses tipos de perguntas podem nem ser novidade. Mas a questão é que fazê-las por meio dessa ferramenta facilita (e barateia, já que não é preciso imprimir nada) todo o processo. As repostas chegam em tempo real e são organizadas, automaticamente, em gráficos, cujo formato você mesmo pode escolher.

Além disso, o formulário pode ser personalizado de acordo com a necessidade –  pode ser de múltipla escolha ou de respostas dissertativas, por exemplo. Também é possível incluir imagens e textos.

Meu colega Manuel Gomes Neto, professor de Ciências e orientador de Informática Educativa na EMEF Professor Lorenço Manoel Sparapan, localizada em São Paulo, conta como tem utilizado o Google Forms: “Como a ferramenta possibilita coletar, armazenar e analisar uma grande quantidade de informações de maneira simples e rápida, acaba facilitando uma série de atividades do cotidiano da sala de aula. Eu já o usei, por exemplo, para criar bancos de dados com informações dos alunos – e-mail, telefone, contato dos responsáveis, entre outras – que facilitam quando estamos organizando atividades externas”.

Mas Manuel não se limitou a isso. Criou formulários para realizar votações, avaliações objetivas e levantamento de dados sobre os alunos, para ajudá-lo a tomar decisões sobre os temas de suas aulas e as reflexões que queria fazer com os alunos.

“Também usei a ferramenta para receber feedbacks do meu trabalho e para realizar autoavaliações com os alunos. Os dados tabulados ao longo dos bimestres permitem que nós e eles possamos perceber os progressos alcançados ao longo do processo de aprendizagem. A experiência tem sido excelente”, finaliza.

Aqui você encontra três exemplos de formulários criados pelo professor: um para a formação de banco de dados, outro de pesquisa sobre o comportamento dos alunos em relação à tecnologia e um terceiro, de autoavaliação.

E só lembrando, os formulários também podem ser construídos de maneira coletiva, da mesma maneira como o Google Docs, como mostra o post da semana passada, que pode ser acessado aqui.

Se você já utilizou o Google Forms com outros objetivos ou se tem outras dúvidas de como ele funciona, escreva-nos.

Até o mês que vem,

Jane Reolo


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Tutorial: como editar documentos colaborativamente no Google Drive

| blog, Dica de site, dicas, nairim bernardo, Tutorial

Olá, educadores!

Já escrevi aqui no Blog de Tecnologia um pequeno tutorial sobre como usar o Google Drive, um serviço de armazenamento e sincronização de arquivos.

Agora, trago novas dicas. Dessa vez, em vídeo!

Sabia que é possível editar um arquivo ao mesmo tempo que outra pessoa? Saiba como utilizar esse e outros recursos do Google Drive!

Gostou do vídeo? Costuma utilizar o Google Drive para construir textos em conjunto? Tem dúvidas ou sugestões? Deixe seu cometário aqui embaixo.

E na semana que vem, a blogueira Jane Reolo irá dividir aqui no Blog de Tecnologia uma experiência sobre o uso do Google Formulário. Fique ligado!

Até a próxima,
Nairim Bernardo

 


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Onde encontrar materiais digitais e gratuitos para usar nas aulas

| Dica de site

Foto: Shutterstock

Olá, educador!

Você já ouviu falar de Recursos Educacionais Abertos (REA)? São materiais de pesquisa, ensino e aprendizagem oferecidos de forma gratuita no ambiente virtual. Eles incluem conteúdos em qualquer formato de mídia, como textos, vídeos, games e aplicativos, além de ferramentas digitais que permitem criação, uso e compartilhamento de informações.

A possibilidade de utilizar recursos educacionais abertos começa a derrubar a visão de tecnologia educacional como um luxo reservado a poucos. Os organizadores da comunidade REA no Brasil lutam pelo maior uso dessas ferramentas por parte dos educadores. Se você quer explorar mais essa tecnologia só que não sabe por onde começar, veja as três sugestões abaixo:

Portal do Professor e acervos estaduais

O Portal do Professor é uma iniciativa governamental criada em 2008 que, atualmente, reúne milhares de materiais multimídia organizados por tema ou nível de ensino. Os recursos educacionais são encontrados por meio de palavras-chave ou pela busca avançada. O educador pode visualizar uma ficha técnica contendo descrição e objetivo do conteúdo selecionado. O Portal ainda oferece cadernos didáticos com listas de exercícios e acesso à TV Escola, que exibe programação ao vivo sobre Educação.

Governos estaduais têm iniciativas semelhantes voltadas a objetos digitais educacionais. O Currículo+ é a plataforma lançada pelo governo estadual de São Paulo, com um acervo de vídeos, videoaulas, jogos, animações, simuladores e infográficos articulados ao currículo estadual. Já o Dia a Dia Educação, da Secretaria de Educação do Paraná, traz áreas para alunos, educadores, gestores escolares e comunidade, com informações diferenciadas para cada público. No espaço do educador, encontra-se o menu Recursos Didáticos, que contribui com a prática pedagógica.

Escola Digital

Criada em 2013, a Escola Digital também tem como proposta democratizar a Educação de qualidade no Brasil. A plataforma dispõe de mais de 10 mil objetos digitais gratuitos, além de permitir que os educadores criem seus próprios conteúdos por meio de ferramentas simples – é possível criar histórias em quadrinhos, músicas, testes, caça-palavras, entre outros.

Um destaque da Escola Digital é que, além dos filtros tradicionais, o usuário pode escolher apenas conteúdos adaptados para crianças com deficiência visual e auditiva. Até o fim de agosto, uma nova versão da plataforma vai ser lançada e trazer funcionalidades de interação interessantes, como a criação de grupos e compartilhamento de experiências de uso.

Recursos Educacionais Abertos

O site Recursos Educacionais Abertos é feito colaborativamente por uma comunidade de educadores, cientistas, profissionais da área de tecnologia da informação e comunicação (TICs) e interessados pela área de todo o país. No menu Mão na Massa estão as opções buscar, criar ou compartilhar materiais. O portal ainda oferece cursos e oficinas sob demanda em instituições de ensino para capacitar equipes no uso dos recursos digitais.

Se quiser saber mais sobre REA, é só ler este outro post que publicamos sobre o tema.

Espero que as dicas sejam valiosas para sua rotina pedagógica!

Um abraço,

Claudio Sassaki


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Como usar o WhatsApp na escola

| Celular, Dica de aplicativo, Sem categoria

WhatsApp é usado em escola de Salvador para informar famílias sobre passeio. Foto: Reprodução

Nas minhas andanças como consultor em tecnologias educacionais, tenho notado que o WhatsApp tem sido cada vez mais adotado como uma versátil ferramenta de comunicação nas escolas – não tinha como ser diferente, afinal, só no Brasil, o aplicativo contabiliza mais de 100 milhões de usuários!

Pensando nisso, e com base nas propostas que já encontrei, reuni algumas das possibilidades de bom uso da ferramenta na escola:

Facilitar o compartilhamento entre a equipe: os grupos criados dentro do aplicativo (aprenda a fazer isso aqui) permitem que os professores troquem experiências sobre sua prática pedagógica e indicações de materiais didáticos, atividades, livros, entre outros.

- Aproximar os pais da rotina escolar dos filhos: a ferramenta pode ser usada para enviar recados (escritos ou gravados), informações de eventos, agenda de atividades, comunicados, fotos, dicas de estudo e relatórios de desempenho escolar dos alunos.

- Disponibilizar conteúdos e atividades extras para os alunos: como um Ambiente Virtual de Aprendizagem, na perspectiva do mobile learning, o WhatsApp possibilita a disponibilização de conteúdos no formato de áudio e vídeo, como podcasts e vídeo-aulas, e a criação de fóruns de discussão e plantão de dúvidas.

A equipe de reportagem da Nova Escola foi atrás de casos reais de escolas e professores que conseguiram colocar em prática essas ideias.

Um dos exemplos é de Wagner Soeiro, é professor de Geografia na EM Darcy Ribeiro, em uma escola pública de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ele criou um grupo para cada classe e usa o aplicativo para tirar dúvidas sobre a disciplina e compartilhar as tarefas de casa. Mensagens com gírias típicas das mensagens virtuais e repostas em áudio são permitidas. O importante é saber se o aluno aprendeu o conteúdo. Esporadicamente, ele ainda envia desafios para os grupos, estimulando que se aprofundem em determinados temas. “Com a facilidade de contato, aumentamos o número de alunos que entregam suas tarefas e trabalhos”, conta. Afinal, as desculpas de que não sabiam que tinham lição ou que esqueceram a data de entrega acabaram, já que com o aplicativo, é possível saber se uma pessoa recebeu a mensagem e se a leu.

Outra possibilidade foi encontrada pela equipe do Colégio Padre Ovídio, em Feira de Santana, na Bahia. Por lá, eles aproximaram o contato com os pais por meio do aplicativo. Quando a garotada tem alguma excursão para fazer, a equipe gestora cria um grupo e, assim, envia informes sobre a saída a campo, os objetivos do passeio e, no dia, fotos da turma. A ideia, segundo a coordenadora Paula Costa, era deixar as famílias mais seguras em relação às atividades externas e mostrar para elas as experiências vivenciadas pelos seus filhos. “Os pais elogiaram a iniciativa”, afirma (você pode ler mais sobre essa proposta, aqui).

Os relatos mostram que é possível desenvolver tais ações na prática e que elas resultam em benefícios para todas as partes. Mas não custa lembrar que o WhatsApp é apenas mais um recurso e não um fim em si mesmo. Apesar de todos as facilidades e possibilidades que o aplicativo oferece, não é sempre que uma conversa olho no olho pode ser substituída, não é mesmo?

Para encerrar, vale dizer que, independentemente da proposta, é sempre importante usar o recurso de forma criteriosa, ética, respeitosa e jamais compartilhar quaiquer conteúdos que violem a privacidade ou que sejam ofensivos. Agora, conte-nos se e como o aplicativo tem sido usado na sua escola e divida conosco suas sugestões!

Grande abraço,

Charles Niza


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Aproveite as férias para fazer a manutenção dos equipamentos de informática da escola

| Tecnologia em sala de aula

Foto: Shutterstock

A escola vazia é ideal para algumas ações de manutenção do espaço escolar que não podem ou são mais difíceis de acontecer com a rotina de aulas e a presença dos alunos. A sala de informática é um desses ambientes.

A limpeza e a manutenção programada também colaboram para que o patrimônio da escola seja conservado da melhor maneira possível. Por isso, cabe à equipe gestora organizar um cronograma para que esses serviços aconteçam periodicamente.

Preparei algumas dicas para ajudá-los a pensar tudo o que precisa ser feito e como organizar as tarefas para que quando as aulas voltarem tudo já esteja em ordem!

  • Gerencie a capacidade de armazenamento dos equipamentos de uso coletivo

Imagens, vídeos e áudios são arquivos que ocupam muito espaço e isso influencia no desempenho dos equipamentos de uso coletivo, como computadores e tablets. Uma opção é salvá-los em serviços de hospedagem na nuvem. Alguns deles, como Dropbox, OneDrive, GoogleDrive, Box e iCloud, tem versões gratuitas. Outra opção é fazer o armazenamento em suportes físicos como DVDs e HD externos. Aproveite também para deletar o histórico de navegação e os arquivos temporários de cada máquina, além de softwares que não serão mais usados.

  • Salve as produções dos alunos

As atividades realizadas pelos alunos são importantes registros do desenvolvimento deles. Retomá-las periodicamente é um excelente exercício reflexivo sobre o quanto avançaram no uso de recursos tecnológicos. Vale incluir a organização dessas produções no planejamento pedagógico do professor. O CD ou o DVD resultante desse processo pode ser incluído no acervo da biblioteca da escola.

  • Verifique a política de manutenção de equipamentos da Secretaria de Educação

Antes de tentar reparar alguma máquina que esteja apresentando defeito, busque informações junto às redes. Algumas delas mantêm contratos com empresas para a manutenção das máquinas, o que impede que elas sejam abertas por funcionários da escola, por exemplo, para a melhoria dos hardwares (as partes concretas como o gabinete, o teclado, o disco rígido e a memória). Os equipamentos recebidos por meio do Proinfo, do Ministério da Educação (MEC), também precisam seguir regras específicas, que podem ser encontradas aqui.

A troca dos cabos de rede, por sua vez, pode ser feita pela própria escola. Eles são comprados prontos, de acordo com a metragem necessária. A única recomendação é que o responsável pela mudança do cabeamento saiba fazer um processo conhecido como crimpagem, que exige um alicate específico para desencapar os fios e encaixá-los ao conector. Tutoriais em vídeos ajudam nessa tarefa. Veja um exemplo:

  • Faça a limpeza dos aparelhos

Os funcionários normalmente têm receio de manipular os equipamentos por receio de danificá-los, mas basta ficar longe de materiais corrosivos. A limpeza externa deles é simples. Para o mouse, por exemplo, basta um pano macio, água e detergente. Os mesmos produtos podem ser usados na limpeza dos cabos e do gabinete. Já o teclado vale dar uma sacudida, eliminando parte da sujeira acumulada entre as teclas. Um cotonete, uma escovinha macia ou um aspirador de pó podem complementar o trabalho. Antes de começar a limpar o monitor, desligue-o para enxergar as manchas. O pano seco, muitas vezes, basta. Se necessário, é possível umedecê-lo com água destilada, nunca com álcool. Vale lembrar que é preciso manter uma rotina de limpeza de todos esses componentes.

  • Organize uma oficina de informática com os funcionários da escola

As férias podem ser um ótimo momento para que a equipe de limpeza se aproprie da tecnologia da perspectiva de usuário. No encontro, vale eles contarem, por exemplo, sua relação com o universo digital e as curiosidades que têm sobre os equipamentos disponíveis na escola. Convide os alunos, pais ou outros funcionários para serem voluntários de uma oficina em que eles possam produzir ou fazer algo do interesse deles: uma carta, um e-mail, uma playlist, um vídeo, um programa de rádio ou uma pesquisa.

Gostou das ideias? Na sua escola tem alguma outra etapa que não foi incluída acima? Conte para a gente e compartilhe com os colegas as boas práticas de conservação do patrimônio.

Até o próximo mês,

Jane Reolo


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Ferramenta gratuita para fazer desenho animado e discutir Matemática

| Dica de site

A matemática também está nas animações do cinema. Crédito: reprodução.

Conteúdos matemáticos são essenciais para transformar desenhos estáticos em imagens em movimento. Na plataforma Pixar in a box, é possível compreender de que forma parábola, ponto médio, interpolação linear, algoritmos, análise combinatória, escala e rotação são usados para a criação das animações da Pixar, empresa que já fez filmes como Toy Story, Monstros S.A. e o recente Procurando Dory.

A plataforma oferece vários vídeos gravados nos próprios estúdios da Pixar. Profissionais que trabalharam na criação dos filmes explicam como realizaram seus desenhos (por exemplo, como deixam a grama de uma paisagem com aparência real e com movimento) e quais conhecimentos utilizaram. E seus alunos, depois de cadastrados no site, começam por uma atividade de design de animações que não requer conhecimentos matemáticos avançados. Na sequência, poderão acessar vídeo-aulas que explicam o conceito matemático envolvido e realizar exercícios específicos sobre diversos temas, como média ponderada de dois e de três pontos, subdivisão e interpolação linear. Para avançar nos problemas matemáticos propostos, o aluno precisa acertar as respostas, mas caso tenha dificuldade é possível pedir dicas que são oferecidas pelo próprio ambiente. Logo após, eles aplicam o que aprenderam para criar pequenas animações.

Essas atividades estão divididas em cinco tópicos, cada um deles relacionados ao passo-a-passo necessário para a criação de uma animação: modelagem de ambiente, modelagem de personagens, animação, multidões e renderização (processo utilizado para obter o produto final de um processo digital). E não precisa saber desenhar! Todos esses tópicos são digitais e feitos apenas com os recursos oferecidos online.

Se você preferir esquecer o computador e usar bloco de anotações, lápis e borracha, também é possível praticar a arte da animação. Veja como neste link.

Antes de começar os trabalhos, realize um cadastro gratuito aqui (na parte superior da página, clique em “Quero ver o site em português”) e indique que seus estudantes também se registrem. É possível adicioná-los ao seu perfil para acompanhar o desempenho coletivo e individual nas atividades.

Esperamos que vocês tenham gostado das dicas! Se você já trabalhou na ferramenta com os seus alunos, conte nos comentários a sua opinião e a da turma.
Até mais,
Nairim Bernardo


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O relatório gerencial do Enem está disponível na internet e pode te ajudar muito

| Dica de site, Enem

Foto: Shutterstock

Olá, educador!

As férias de julho estão chegando e, para os alunos, esse é o momento de recarregar as energias. Já para nós é hora de avaliar o que foi feito no primeiro semestre e planejar as ações para os próximos meses. Quanto mais concretos forem os dados em que a escola se baseia ao elaborar seu plano de ação, maiores as chances de sucesso.

As avaliações externas ajudam nesse sentido, já que apresentam informações que podem ser comparadas em nível nacional. Um dos principais exemplos é o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). É verdade, resultados dessa prova são usados para fomentar um ranking, por meio do qual as escolas bem colocadas se autopromovem. O Enem que se tornou ferramenta de marketing de muitas instituições de ensino: boas posições no ranking são colocadas em outdoors e a média geral da escola já é levada em conta até para matricular os filhos na Educação Infantil. Entretanto, premiar ou punir nunca deveria ser o propósito final de uma avaliação. Elas devem informar e, acima de tudo, apontar caminhos a seguir.

Levando isso em conta, este ano, o Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) lançaram o programa Hora do Enem que levou para as escolas públicas e particulares uma ferramenta poderosa de avaliação formativa.

Agora, além dos quatro simulados preparatórios para o exame, que estão disponíveis gratuitamente e online aos estudantes brasileiros, todo diretor pode acessar um relatório gerencial com os resultados de sua instituição de ensino. Em parceria com o Geekie Games, realizador desses simulados, o MEC está entregando às escolas uma série de informações para que ela se situe no cenário educacional do país: a média geral e em cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas pelo Enem, a comparação com a média nacional, estadual e o número de alunos alunos que realizaram a prova. Os relatórios podem ser acessados aqui.

O objetivo, com esses dados, é dar a gestores e professores a oportunidade de, em tempo hábil, identificar lacunas na aprendizagem dos alunos e planejar as intervenções necessárias até a avaliação oficial, em novembro.

Espero que esse recurso seja valioso para a escola e para os alunos!

Um abraço,

Claudio Sassaki


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Leve as Olimpíadas para dentro da sala de aula

| Sala de aula, Sem categoria

Ilustração: Camaleão

Olá, educadores,

O que parecia distante já está para acontecer: os Jogos Olímpicos de 2016 estão chegando! De 3 a 21 de agosto, a cidade do Rio de Janeiro será o palco de disputas de 42 modalidades esportivas. De 7 a 18 de setembro é a vez de 24 modalidades paralímpicas.

Muitos professores e estudantes estão ansiosos para assistir aos jogos, mas a pergunta é: como a escola pode usar esse momento para promover o aprendizado? Reunimos diversos conteúdos de NOVA ESCOLA e links exclusivos do site NOVA ESCOLA CLUBE sobre o maior evento esportivo do mundo para você trabalhar com a turma em todas as disciplinas. Clique nos títulos abaixo e aproveite!

Língua Portuguesa

“Uma viagem ao Rio, com O Cortiço e Fiel

Muitas mudanças estruturais estão ocorrendo na cidade do Rio de Janeiro para receber os jogos. Essa não é a primeira vez que a cidade se transforma, conforme abordado nos livros O Cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), publicado em 1890, e Fiel, de Jessé Andarilho, lançado em 2014. Veja nossas dicas de como trabalhar com as obras.

Matemática

“Cada vencedor tem seu tempo”

Cada esporte tem seu sistema de pontuação, regras e estratégias de contagem. Nesta reportagem, natação, corrida e basquete apresentam desafios matemáticos para os estudantes encontrarem os vencedores.

Arte

“Atletas de papel”

Inspire-se nas propostas que analisam figuras humanas atuando em diferentes modalidades olímpicas e amplie a forma como as crianças representam pessoas.

Ciências

“A biomecânica das paralimpíadas”

Além de refletir sobre a superação física dos atletas paralímpicos, a turma também pode entender o funcionamento de ossos, músculos e tendões.

Geografia

“No Rio, o mar não está para vela”

Você já deve ter visto ou lido alguma notícia denunciando a poluição da Baía de Guanabara. Que tal levar esse tema para a sala de aula e discutir os riscos da poluição para o torneio e a saúde dos atletas?

Língua Estrangeira

“What they are saying about the Olympics”

Com o apoio dessa reportagem, os professores de Língua Estrangeira podem aproveitar as notícias da imprensa internacional para trabalhar o gênero com os alunos.

Educação Física

“Rugby é esporte de criança, sim”

Confira o infográfico que ensina as regras do jogo e convide a turma para o jogo que voltou às Olimpíadas!

Educação Infantil

“Pequenos campeões”

Ânimo é o que não falta para as turmas de Educação Infantil. Transforme toda essa energia em exercícios físicos típicos do atletismo.

Esses são apenas alguns dos conteúdos de NOVA ESCOLA sobre esportes e Jogos Olímpicos. Acesse a nossa página Olimpíadas Rio 2016 e veja o que mais temos para você!

E aí, gostou das dicas? Conte pra gente como está trabalhando a temática esportiva na sua escola.

Um abraço,

Nairim Bernardo